Uma nova versão da história do flautista e dos ratos.
O flautista é Jean-Pierre Rampal.
03 junho, 2009
25 maio, 2009
Os Brincalhões

Adorei o título desta carta de um leitor ao Director do Público!
Publico-a aqui porque costumo dizer que se brinca às escolinhas e este leitor tem exactamente a mesma ideia do que eu.
24 maio, 2009
A Europa, as eleições e os Europeus

Hoje no Público, diz Teresa de Sousa que a "A crise é o traço de união entre os 27 países da União Europeia que, com os seus 375 milhões de eleitores, se preparam para escolher, entre 4 e 7 de Junho, os seus representantes no único parlamento supranacional do mundo eleito por sufrágio universal." É realmente um prodígio, uma situação impensável em tempos anteriores. Mas também faz a análise do que separa a Europa e do medo da perda de identidade.
Eu acho que a UE ainda é demasiado união económica e ainda está demasiado sujeita à manipulação do poder político e dos média.
Há uns dias alertaram-me para a falta de notícias diárias sobre a UE no Público, por exemplo e em muitos jornais na Alemanha, em comparação com a imprensa da Dinamarca. Só em vésperas de eleições, ou mudança de direcção ou assinaturas de tratados é que a UE aparece na imprensa, nomeadamente a portuguesa.
Claro que há apatia, falta de informação e de interesse.
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21 maio, 2009
Arte - Quadro Chinês

Este é um famoso quadro chinês, tesouro cultural do país e património do
Museu de Xangai, que leva multidões a apreciá-lo demoradamente. Pintado
entre 1085 e 1145, mede cerca de 24.5 por 5,28 m.
Apreciem-no, deslocando o cursor.
*Quando aparecerem quadrados brancos, cliquem*
16 maio, 2009
06 maio, 2009
Jesse
Para experimentar postar só audio, uma canção que gosto muito, de ouvir, de tocar e de cantar. Já sei que há quem não goste.
Agradeço ao Ticha.
Agradeço ao Ticha.
24 abril, 2009
25 de Abril
Maré Alta
Aprende a nadar, companheiro
aprende a nadar, companheiro
Que a maré se vai levantar
que a maré se vai levantar
Que a liberdade está a passar por aqui
que a liberdade está a passar por aqui
que a liberdade está a passar por aqui
Maré alta
Maré alta
Maré alta
Sérgio Godinho
A Liberdade ainda é um bem que precisa de protecção. É daquelas conquistas que têm de ser sempre relembradas e ensinadas a usar. Espero que ainda esteja a passar por aqui.
Aprende a nadar, companheiro
aprende a nadar, companheiro
Que a maré se vai levantar
que a maré se vai levantar
Que a liberdade está a passar por aqui
que a liberdade está a passar por aqui
que a liberdade está a passar por aqui
Maré alta
Maré alta
Maré alta
Sérgio Godinho
A Liberdade ainda é um bem que precisa de protecção. É daquelas conquistas que têm de ser sempre relembradas e ensinadas a usar. Espero que ainda esteja a passar por aqui.
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Sérgio Godinho
23 abril, 2009
Liszt-Piano piece in A flat major (Funf Klavierstucke N 2)
Uma pequena peça de Franz Liszt, que encontrei, precisamente porque queria ouvir e verificar como se toca. Não tenho o audio por isso encontrei-a neste formato.
O pianista, Leslie Howard era-me desconhecido. Provavelmente há por aí muitas pessoas que o conhecem.
O pianista, Leslie Howard era-me desconhecido. Provavelmente há por aí muitas pessoas que o conhecem.
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17 abril, 2009
Un'aura amorosa (Così fan tutte/Mozart)
Così fan tutte, o título da última ópera que vi em Hamburgo, na Páscoa.
Foi uma récita perfeita: de todas as que já vi, com o Rainer, na Hamburgische Staatoper, esta foi a melhor.
Todos os cantores bons, a encenação muito original, boa luz, orquestra muito boa.
A versão que tenho em DVD inicia a ópera com as 3 figuras masculinas numa cena de esgrima. Em Hamburgo Ferrando e Guilelmo eram violinistas na orquestra e Don Alfonso contrabaixista e estavam já em palco na abertura, sem o público saber.
Óptima representação, cómica como devia ser.
Destaco o cantor Benjamin Hulett, no papel de Ferrando, porque tem uma voz lindíssima.
O vídeo é precisamente uma ária de Ferrando.
Foi uma récita perfeita: de todas as que já vi, com o Rainer, na Hamburgische Staatoper, esta foi a melhor.
Todos os cantores bons, a encenação muito original, boa luz, orquestra muito boa.
A versão que tenho em DVD inicia a ópera com as 3 figuras masculinas numa cena de esgrima. Em Hamburgo Ferrando e Guilelmo eram violinistas na orquestra e Don Alfonso contrabaixista e estavam já em palco na abertura, sem o público saber.
Óptima representação, cómica como devia ser.
Destaco o cantor Benjamin Hulett, no papel de Ferrando, porque tem uma voz lindíssima.
O vídeo é precisamente uma ária de Ferrando.
15 abril, 2009
Vale a pena ler
Excerto da crónica de hoje, no Público, de Santana Castilho.
"Os senhores do dinheiro, os sacerdotes dos resultados a 725 euros de salário, têm-se apossado, paulatinamente, de tudo o que reflectia e questionava. Sob o manto diáfano de Bolonha, entraram nas nossas universidades. Apearam a procura livre e autónoma do saber e colocaram no altar os resultados. O seu desígnio é transformá-las em sucursais empresariais devidamente uniformizadas. Desceram depois às escolas básicas e secundárias, transformaram-nas em casernas abertas 12 horas por dia e chamaram-lhes escolas a tempo inteiro. Encaixotaram a Filosofia, a História e a Literatura. Meteram os ciganos em contentores sob a epígrafe de "caso intermédio de integração". Chamaram a polícia quando entenderam. Em nome da avaliação do desempenho, burocratizaram criminosamente e escravizaram com trabalho inútil. Num ano, transformaram a escola, lugar de cooperação por excelência, numa antecâmara de competição malsã. Meia dúzia de grelhas de classificação do desempenho que me foram dadas a examinar, concebidas para a atribuição da menção "Excelente", deixaram-me arrepiado por tipificarem tudo o que um professor não deve ser. Entendamo-nos. Desde sempre, todos os chefes competentes e todos os chefiados honestos concordaram com a necessidade de avaliar para gerir bem. Mas dificilmente alguém me convencerá de que é útil aplicar medidas de desempenho estereotipadas, normalizadas e gerais a tudo o que é diverso. Ou que se pode tudo medir e tudo indexar a resultados. É esta cultura de avaliação que contesto. É a relevância que se lhe atribui que repudio. É a passividade da sociedade face a esta versão moderna de fascismo que me preocupa."
"Os senhores do dinheiro, os sacerdotes dos resultados a 725 euros de salário, têm-se apossado, paulatinamente, de tudo o que reflectia e questionava. Sob o manto diáfano de Bolonha, entraram nas nossas universidades. Apearam a procura livre e autónoma do saber e colocaram no altar os resultados. O seu desígnio é transformá-las em sucursais empresariais devidamente uniformizadas. Desceram depois às escolas básicas e secundárias, transformaram-nas em casernas abertas 12 horas por dia e chamaram-lhes escolas a tempo inteiro. Encaixotaram a Filosofia, a História e a Literatura. Meteram os ciganos em contentores sob a epígrafe de "caso intermédio de integração". Chamaram a polícia quando entenderam. Em nome da avaliação do desempenho, burocratizaram criminosamente e escravizaram com trabalho inútil. Num ano, transformaram a escola, lugar de cooperação por excelência, numa antecâmara de competição malsã. Meia dúzia de grelhas de classificação do desempenho que me foram dadas a examinar, concebidas para a atribuição da menção "Excelente", deixaram-me arrepiado por tipificarem tudo o que um professor não deve ser. Entendamo-nos. Desde sempre, todos os chefes competentes e todos os chefiados honestos concordaram com a necessidade de avaliar para gerir bem. Mas dificilmente alguém me convencerá de que é útil aplicar medidas de desempenho estereotipadas, normalizadas e gerais a tudo o que é diverso. Ou que se pode tudo medir e tudo indexar a resultados. É esta cultura de avaliação que contesto. É a relevância que se lhe atribui que repudio. É a passividade da sociedade face a esta versão moderna de fascismo que me preocupa."
07 abril, 2009
Tschaikovsky - Sinfonia nº5
Eis uma amostra do que vi e ouvi ontem, ao início da noite, em Hamburgo, no Laeiszhalle.
O Concerto fazia parte duma série da NDR Sinfonieorchester, com o maestro Christoph Dohnányi. A primeira parte foi um concerto para violino Offertorium, de Sofia Gubaidulina, tendo como solista Arabella Steinbacher.
Sobre esta primeira parte ainda não sei muito bem o que pensar, pois se a solista é realmente muito boa e a orquestra também, a música é, para mim, quase incompreensível. Pode ser que haja por aí alguém que conheça e tenha uma opinião mais bem formada sobre esta música do que eu.
A sinfonia está toda no youtube, basta começar no vídeo I. E apesar de ser uma boa versão, garanto que ao vivo é muito melhor.
O Concerto fazia parte duma série da NDR Sinfonieorchester, com o maestro Christoph Dohnányi. A primeira parte foi um concerto para violino Offertorium, de Sofia Gubaidulina, tendo como solista Arabella Steinbacher.
Sobre esta primeira parte ainda não sei muito bem o que pensar, pois se a solista é realmente muito boa e a orquestra também, a música é, para mim, quase incompreensível. Pode ser que haja por aí alguém que conheça e tenha uma opinião mais bem formada sobre esta música do que eu.
A sinfonia está toda no youtube, basta começar no vídeo I. E apesar de ser uma boa versão, garanto que ao vivo é muito melhor.
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02 abril, 2009
Dave Brubeck - Take Five - 1966
Só vou ao Youtube quando quero encontrar alguma coisa determinada ou já guardada. Às vezes para fazer um post outras para mostrar aos meus alunos. Também já vos deve ter acontecido ir ver os "vídeos recomendados". Pois é, apareceu-me este, que dedico a todos os amantes do jazz em particular e a todos os amantes da boa música no geral.
1966 in Berlin Germany
Dave Brubeck - piano
Paul Desmond - alto sax
Eugene Wright - bass
Joe Morello - drums
1966 in Berlin Germany
Dave Brubeck - piano
Paul Desmond - alto sax
Eugene Wright - bass
Joe Morello - drums
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27 março, 2009
A propósito do dia Mundial do Teatro...
e à boleia das ideias do Ideias Soltas, deixo além do Link, um pequeno excerto:
"A continuação da separação estanque entre a política cultural e a educativa é um erro crasso nestes novos tempos, uma vez que as elites de outrora, as que procuravam e frequentavam e incentivavam as manifestações artísticas recebiam uma educação precoce em casa, fosse por imitação dos pais, fosse por dedicação dos mesmos ao cultivo do espírito. Hoje esses tempos estão passados e não se antevê qualquer possibilidade de regresso, bem pelo contrário - os pais já não têm o cabedal de instrução necessário, não têm tempo para dedicar e incentivar os filhos e as novas tecnologias, mormente a televisão, primeiro, e a net, hoje, são os principais canais de transmissão de valores assimilados pelas crianças e adolescentes."
"A continuação da separação estanque entre a política cultural e a educativa é um erro crasso nestes novos tempos, uma vez que as elites de outrora, as que procuravam e frequentavam e incentivavam as manifestações artísticas recebiam uma educação precoce em casa, fosse por imitação dos pais, fosse por dedicação dos mesmos ao cultivo do espírito. Hoje esses tempos estão passados e não se antevê qualquer possibilidade de regresso, bem pelo contrário - os pais já não têm o cabedal de instrução necessário, não têm tempo para dedicar e incentivar os filhos e as novas tecnologias, mormente a televisão, primeiro, e a net, hoje, são os principais canais de transmissão de valores assimilados pelas crianças e adolescentes."
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10 março, 2009
Tibete
Hoje no Editorial do Público "Grande muralha" para calar a histórica identidade tibetana
Nuno Pacheco, entre outras coisas diz: " Ontem, nas vésperas da prescrita data, o Presidente chinês, Hu Jintao anunciou uma "Grande Muralha" para "estabilizar" o Tibete. Será, diz ele, uma muralha "robusta contra o separatismo e para proteger a unidade da pátria, fazendo o Tibete progredir de uma estabilidade básica até garantirmos uma ordem e uma estabilidade duradouras". Isto, segundo o que se sabe, quer dizer mais repressão e uma cada vez maior aculturação, de modo a que a tal "estabilidade duradoura" tire ao Tibete qualquer identidade cultural própria e o dilua irreversivelmente na China. Para que tal não suceda, importa que a causa do Tibete não seja esquecida, ou banalmente ofuscada por negócios que a transcendem. E que deixam na sombra os seus muitos mortos.
A invasão chinesa tem que ser vista, ainda hoje, cinquenta anos passados, como uma invasão, não como um facto consumado. O mundo deve insistir na via diplomática para resolvê-la, não esquecendo que há ainda muitos tibetanos desaparecidos ou torturados apenas por defenderem o direito às suas crenças e à sua rica e vasta cultura milenar. "
É bom não esquecer
Nuno Pacheco, entre outras coisas diz: " Ontem, nas vésperas da prescrita data, o Presidente chinês, Hu Jintao anunciou uma "Grande Muralha" para "estabilizar" o Tibete. Será, diz ele, uma muralha "robusta contra o separatismo e para proteger a unidade da pátria, fazendo o Tibete progredir de uma estabilidade básica até garantirmos uma ordem e uma estabilidade duradouras". Isto, segundo o que se sabe, quer dizer mais repressão e uma cada vez maior aculturação, de modo a que a tal "estabilidade duradoura" tire ao Tibete qualquer identidade cultural própria e o dilua irreversivelmente na China. Para que tal não suceda, importa que a causa do Tibete não seja esquecida, ou banalmente ofuscada por negócios que a transcendem. E que deixam na sombra os seus muitos mortos.
A invasão chinesa tem que ser vista, ainda hoje, cinquenta anos passados, como uma invasão, não como um facto consumado. O mundo deve insistir na via diplomática para resolvê-la, não esquecendo que há ainda muitos tibetanos desaparecidos ou torturados apenas por defenderem o direito às suas crenças e à sua rica e vasta cultura milenar. "
É bom não esquecer
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08 março, 2009
Isn't it a Pity, George Harrison
Isn't it a pity
Now, isn't it a shame
How we break each other's hearts
And cause each other pain
How we take each other's love
Without thinking anymore
Forgetting to give back
Isn't it a pity
Some things take so long
But how do I explain
When not too many people
Can see we're all the same
And because of all their tears
Their eyes can't hope to see
The beauty that surrounds them
Isn't it a pity
Isn't it a pity
Isn't is a shame
How we break each other's hearts
And cause each other pain
How we take each other's love
Without thinking anymore
Forgetting to give back
Isn't it a pity
Forgetting to give back
Isn't it a pity
Forgetting to give back
Now, isn't it a pity
(6 times, fade the 6th:)
What a pity
What a pity, pity, pity
What a pity
What a pity, pity, pity
Now, isn't it a shame
How we break each other's hearts
And cause each other pain
How we take each other's love
Without thinking anymore
Forgetting to give back
Isn't it a pity
Some things take so long
But how do I explain
When not too many people
Can see we're all the same
And because of all their tears
Their eyes can't hope to see
The beauty that surrounds them
Isn't it a pity
Isn't it a pity
Isn't is a shame
How we break each other's hearts
And cause each other pain
How we take each other's love
Without thinking anymore
Forgetting to give back
Isn't it a pity
Forgetting to give back
Isn't it a pity
Forgetting to give back
Now, isn't it a pity
(6 times, fade the 6th:)
What a pity
What a pity, pity, pity
What a pity
What a pity, pity, pity
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01 março, 2009
Ano de Haydn
Han Na Chang-Haydn Cello Concerto, em Dó M , último andamento.
Duzentos anos, que Haydn morreu.
Acho a violoncelista fantástica.
Duzentos anos, que Haydn morreu.
Acho a violoncelista fantástica.
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26 fevereiro, 2009
Jerusalem Quartet
Jerusalem Quartet
Joseph Haydn: Streichquartett f-Moll op. 20/5
Bela Bartók: Streichquartett Nr. 4
Johannes Brahms: Streichquartett a-Moll op. 51/2
Foi este o programa do Concerto que vi no sábado passado, em Hamburgo, na sala pequena do Laeiszhalle
O quarteto de Bartok foi o melhor, absolutamente moderno.
Fica aqui uma pequena amostra deles:
Joseph Haydn: Streichquartett f-Moll op. 20/5
Bela Bartók: Streichquartett Nr. 4
Johannes Brahms: Streichquartett a-Moll op. 51/2
Foi este o programa do Concerto que vi no sábado passado, em Hamburgo, na sala pequena do Laeiszhalle
O quarteto de Bartok foi o melhor, absolutamente moderno.
Fica aqui uma pequena amostra deles:
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Quarteto Jerusalém
19 fevereiro, 2009
Pelléas et Mélisande - Claude Debussy
Esta é a próxima ópera que vou ver aqui, já no próximo fim de semana. É uma ópera sem os habituais esquemas de árias e coros, recitativos e grandes melodias populares. Nunca a vi por inteiro, embora a tenha ouvido. Espero que seja realmente uma nova experiência.
Act one, third scene. Mélisande: Colette Alliot-Lugaz. Pélleas: François Le Roux. Golaud: José van Dam; Arkel: Roger Soyer; Geneviève: Jocelyne Taillon; Yniold: Françoise Golfier. Director: Pierre Strosser. Conductor: John Eliot Gardiner
Act one, third scene. Mélisande: Colette Alliot-Lugaz. Pélleas: François Le Roux. Golaud: José van Dam; Arkel: Roger Soyer; Geneviève: Jocelyne Taillon; Yniold: Françoise Golfier. Director: Pierre Strosser. Conductor: John Eliot Gardiner
15 fevereiro, 2009
Campanha pelo Bandoneon
Aqui ao lado, no Anacruses, está a decorrer uma nova eleição de instrumentos, na categoria dos Aerofones.
Desta vez faço campanha pelo Bandoneon.
Desta vez faço campanha pelo Bandoneon.
14 fevereiro, 2009
Música portuguesa, concerteza!
Carlos Seixas - Sonata em Sol Menor
Através do Ideias Soltas cheguei a este site .Encontrei lá este vídeo, com esta Sonata de Carlos Seixas.
Através do Ideias Soltas cheguei a este site .Encontrei lá este vídeo, com esta Sonata de Carlos Seixas.
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