Público - Uma semana ao acaso em 1997
"Diz-se que um clássico da literatura consegue ser mais moderno que o jornal da véspera. Ao mesmo tempo, nada é tão instrutivo como reler jornais velhos e arquivados. Um jornal de há 10 ou 20 anos funciona como bússola de um presente permanente. Em Portugal, sobretudo. Nós raramente aprendemos alguma coisa com o tempo. E, quando nos damos conta, estamos a ruminar por que é que devíamos ter pensado mais cedo naquilo que nos escapou...."
Começa assim esta crónica de Pedro Lomba. Já tem duas semanas, espero que consigam is lá ler. Podia pôs aqui o último parágrafo, mas perdia o interesse a leitura total do texto.
27 fevereiro, 2010
24 fevereiro, 2010
Museu Virtual Europeu
Através de um post no Interatic, tomei conhecimento deste Museu.
Ainda não tive tempo para explorar, mas de certeza que vale a pena.
De qualquer forma, o conceito inscreve-se na ideia de uma Europa unida, que não vinga muito entre nós, portugueses. Eu acho importante essa ideia e consigo integrar-me nela.
Ainda não tive tempo para explorar, mas de certeza que vale a pena.
De qualquer forma, o conceito inscreve-se na ideia de uma Europa unida, que não vinga muito entre nós, portugueses. Eu acho importante essa ideia e consigo integrar-me nela.
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16 fevereiro, 2010
Filosofia no 2º Ciclo - projecto inovador
Do Educare, copiei esta notícia.
Parece-me importante por estimular algo que falta, duma forma geral,
a muita gente: o espírito crítico, a capacidade de análise e de argumentação.
Filosofia estimula alunos do 2.º ciclo
Sara R. Oliveira| 2010-02-08
Os alunos mais novos da Escola Secundária Dr. Manuel Laranjeira, em Espinho, discutem a verdade, a justiça, o bem e o mal. Os argumentos são debatidos e o espírito crítico aguçado.
"Eu sei como é que o filósofo Sócrates morreu", diz Guilherme, de 10 anos, à professora à porta da sala, antes de a aula começar. A turma do 5.º B da Escola Secundária Dr. Manuel Laranjeira, em Espinho, prepara-se para mais 45 minutos de Filosofia, área curricular não disciplinar. Carla Pereira, a professora, escreve no quadro o sumário do dia: "Leitura do texto sobre 'a morte de Sócrates'. Discussão e avaliação dos argumentos sobre 'a obrigação perante a lei'". Bernardo, o aluno que numa aula anterior falou na célebre frase "só sei que nada sei", começou a ler o texto que será analisado nas próximas aulas.
"Esta será uma lição diferente. Não há cenários, personagens ou diálogos. Há um filósofo perante um dilema pessoal - a sua condenação à morte". A introdução aguça o apetite. A discussão começa. Guilherme aproveita para anunciar que Sócrates morreu envenenado, por cicuta, segundo viu num concurso televisivo, na resposta à questão como morreu Sócrates. É hora de "espremer" o texto e argumentar. "Os políticos não concordavam com o que ele discutia sobre a verdade, a justiça, a beleza e o conhecimento", avança Beatriz. Gonçalo acrescenta: "os políticos tinham inveja de Sócrates".
Maria João introduz uma questão importante com uma pergunta. "O facto de Sócrates ser obrigado a beber veneno tem a ver com a sua obrigação perante a lei?". "Porque não fugiu?", questiona Rúben. Nuno está indeciso. Por um lado, acha que o filósofo grego deve cumprir a lei que tanto apregoa, por outro, considera que a morte é uma condenação demasiado pesada. "Ele defende tanto a lei que não pode fugir, mas também vai morrer...". Jorge tem uma opinião clara: "Não é cobardia fugir da morte". A professora lança mais uma pergunta para a turma: Estamos sempre obrigados a cumprir a lei? "Sim, mas nem sempre cumprimos...", responde Nuno. O tema da morte de Sócrates vai continuar a ser debatido nas próximas três, quatro aulas. Até chegar-se à última questão: "E tu, o que farias se estivesses no lugar de Sócrates?".
Desde o ano lectivo anterior que o conselho executivo da escola de Espinho decidiu ocupar os 45 minutos que pode gerir com Filosofia no 2.º ciclo. Neste momento, quatro turmas do 5.º ano de escolaridade e uma do 6.º têm uma aula por semana. O convite surpreendeu Faustino Vaz, professor de Filosofia do Secundário, que o aceitou de imediato como mais um desafio. O projecto caiu-lhe nos braços e teve de criar tudo de raiz, depois de muitas horas de pesquisas. "Não há experiência no ensino de Filosofia para estas idades", lembra.
Era necessário criar uma estrutura didáctica adequada e definir quais os problemas filosóficos a abordar com os alunos mais novos da escola. Não foi fácil partir do zero, mas Faustino Vaz acabou por optar pelos problemas de ética e de filosofia política. A verdade, a justiça distributiva e retributiva, o bem são alguns dos assuntos que os alunos de 9, 10 e 11 anos tratam na aula de Filosofia, que não entra na avaliação final. "Em vez de partir de problemas abstractos, é interessante ver quais as opções, as avaliações e os juízos que os alunos formam", refere o professor. No trabalho de selecção, é fundamental escolher o que é filosoficamente relevante e didacticamente adequado.
Os assuntos têm despertado bastante interesse dentro da sala de aula e o balanço é positivo. O sentido da vida é uma das questões que um aluno já pediu para abordar na aula. "Será que as máquinas pensam?", foi a questão da filosofia da mente lançada aos pequenos estudantes. A introdução de problemas de lógica no 6.º ano está em perspectiva. "Os miúdos captam os assuntos. É perfeitamente possível ensinar Filosofia a estas idades e de uma maneira séria, dando-lhes argumentos que são classicamente discutidos."
Carla Pereira é a outra professora de Filosofia de serviço. Usa os textos criados por Faustino Vaz, herdou o material didáctico, e este ano lectivo começou a ensinar Filosofia aos alunos mais novos. "É um desafio", admite. Colocá-los a reflectir sobre os temas, avaliarem argumentos, apresentarem soluções. O que estimula o espírito crítico. "Eles interiorizam as questões principais, tomam posições, aprendem a pensar por si próprios", adianta. O papel do professor, além de conduzir a aula, é orientar no sentido de formar os melhores juízos. E sentido crítico? "Têm-no bem espevitado e bem aguçado", responde Carla Pereira. "Sabem distinguir um problema filosófico de um problema não filosófico", acrescenta Faustino Vaz.
Porque não Filosofia? Porque não aguçar a análise crítica, a capacidade de análise, o poder de argumentação em alunos que acabaram de sair do 1.º ciclo? A directora da escola de Espinho, Maria Ricardo, considerou que a disciplina fazia todo o sentido nos 45 minutos que pode gerir como entender. "É uma novidade que agrada a pais e alunos". "A Filosofia está um bocadinho na moda. É um projecto novo, é uma novidade, uma oferta da escola. Nesta idade, fica sempre lá qualquer coisa", afirma. A possibilidade de estender a Filosofia ao 3.º ciclo está, por enquanto, colocada de parte. Maria Ricardo explica que os 45 minutos são constantemente requisitados por disciplinas que fazem parte do currículo.
Parece-me importante por estimular algo que falta, duma forma geral,
a muita gente: o espírito crítico, a capacidade de análise e de argumentação.
Filosofia estimula alunos do 2.º ciclo
Sara R. Oliveira| 2010-02-08
Os alunos mais novos da Escola Secundária Dr. Manuel Laranjeira, em Espinho, discutem a verdade, a justiça, o bem e o mal. Os argumentos são debatidos e o espírito crítico aguçado.
"Eu sei como é que o filósofo Sócrates morreu", diz Guilherme, de 10 anos, à professora à porta da sala, antes de a aula começar. A turma do 5.º B da Escola Secundária Dr. Manuel Laranjeira, em Espinho, prepara-se para mais 45 minutos de Filosofia, área curricular não disciplinar. Carla Pereira, a professora, escreve no quadro o sumário do dia: "Leitura do texto sobre 'a morte de Sócrates'. Discussão e avaliação dos argumentos sobre 'a obrigação perante a lei'". Bernardo, o aluno que numa aula anterior falou na célebre frase "só sei que nada sei", começou a ler o texto que será analisado nas próximas aulas.
"Esta será uma lição diferente. Não há cenários, personagens ou diálogos. Há um filósofo perante um dilema pessoal - a sua condenação à morte". A introdução aguça o apetite. A discussão começa. Guilherme aproveita para anunciar que Sócrates morreu envenenado, por cicuta, segundo viu num concurso televisivo, na resposta à questão como morreu Sócrates. É hora de "espremer" o texto e argumentar. "Os políticos não concordavam com o que ele discutia sobre a verdade, a justiça, a beleza e o conhecimento", avança Beatriz. Gonçalo acrescenta: "os políticos tinham inveja de Sócrates".
Maria João introduz uma questão importante com uma pergunta. "O facto de Sócrates ser obrigado a beber veneno tem a ver com a sua obrigação perante a lei?". "Porque não fugiu?", questiona Rúben. Nuno está indeciso. Por um lado, acha que o filósofo grego deve cumprir a lei que tanto apregoa, por outro, considera que a morte é uma condenação demasiado pesada. "Ele defende tanto a lei que não pode fugir, mas também vai morrer...". Jorge tem uma opinião clara: "Não é cobardia fugir da morte". A professora lança mais uma pergunta para a turma: Estamos sempre obrigados a cumprir a lei? "Sim, mas nem sempre cumprimos...", responde Nuno. O tema da morte de Sócrates vai continuar a ser debatido nas próximas três, quatro aulas. Até chegar-se à última questão: "E tu, o que farias se estivesses no lugar de Sócrates?".
Desde o ano lectivo anterior que o conselho executivo da escola de Espinho decidiu ocupar os 45 minutos que pode gerir com Filosofia no 2.º ciclo. Neste momento, quatro turmas do 5.º ano de escolaridade e uma do 6.º têm uma aula por semana. O convite surpreendeu Faustino Vaz, professor de Filosofia do Secundário, que o aceitou de imediato como mais um desafio. O projecto caiu-lhe nos braços e teve de criar tudo de raiz, depois de muitas horas de pesquisas. "Não há experiência no ensino de Filosofia para estas idades", lembra.
Era necessário criar uma estrutura didáctica adequada e definir quais os problemas filosóficos a abordar com os alunos mais novos da escola. Não foi fácil partir do zero, mas Faustino Vaz acabou por optar pelos problemas de ética e de filosofia política. A verdade, a justiça distributiva e retributiva, o bem são alguns dos assuntos que os alunos de 9, 10 e 11 anos tratam na aula de Filosofia, que não entra na avaliação final. "Em vez de partir de problemas abstractos, é interessante ver quais as opções, as avaliações e os juízos que os alunos formam", refere o professor. No trabalho de selecção, é fundamental escolher o que é filosoficamente relevante e didacticamente adequado.
Os assuntos têm despertado bastante interesse dentro da sala de aula e o balanço é positivo. O sentido da vida é uma das questões que um aluno já pediu para abordar na aula. "Será que as máquinas pensam?", foi a questão da filosofia da mente lançada aos pequenos estudantes. A introdução de problemas de lógica no 6.º ano está em perspectiva. "Os miúdos captam os assuntos. É perfeitamente possível ensinar Filosofia a estas idades e de uma maneira séria, dando-lhes argumentos que são classicamente discutidos."
Carla Pereira é a outra professora de Filosofia de serviço. Usa os textos criados por Faustino Vaz, herdou o material didáctico, e este ano lectivo começou a ensinar Filosofia aos alunos mais novos. "É um desafio", admite. Colocá-los a reflectir sobre os temas, avaliarem argumentos, apresentarem soluções. O que estimula o espírito crítico. "Eles interiorizam as questões principais, tomam posições, aprendem a pensar por si próprios", adianta. O papel do professor, além de conduzir a aula, é orientar no sentido de formar os melhores juízos. E sentido crítico? "Têm-no bem espevitado e bem aguçado", responde Carla Pereira. "Sabem distinguir um problema filosófico de um problema não filosófico", acrescenta Faustino Vaz.
Porque não Filosofia? Porque não aguçar a análise crítica, a capacidade de análise, o poder de argumentação em alunos que acabaram de sair do 1.º ciclo? A directora da escola de Espinho, Maria Ricardo, considerou que a disciplina fazia todo o sentido nos 45 minutos que pode gerir como entender. "É uma novidade que agrada a pais e alunos". "A Filosofia está um bocadinho na moda. É um projecto novo, é uma novidade, uma oferta da escola. Nesta idade, fica sempre lá qualquer coisa", afirma. A possibilidade de estender a Filosofia ao 3.º ciclo está, por enquanto, colocada de parte. Maria Ricardo explica que os 45 minutos são constantemente requisitados por disciplinas que fazem parte do currículo.
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15 fevereiro, 2010
Boris Berezovski
Na sexta-feira passada, ouvi ao vivo e a cores este mesmo Estudo de Execução Transcendental, nº4 Mazeppa, precisamente por este pianista.
Do Programa original, Robert Schumann Davidsbündlertänze, op.6 ;Franz Liszt 4 Estudos de execução transcendente
Fryderyk Chopin Sonata nº 3, op.58, há a destacar a substituição da Sonata de Chopin, pela Sonata em Si menor de Liszt, a qual já referi em post há uns tempos atrás.
Não sendo uma fã do pianista, acho que é um grande e talentoso pianista, na minha modesta opinião.
O vídeo é fantástico e vale a pena ver, por causa da realização, além da execução trancendental, propriamente dita.
Para os fãs de Liszt e da Sonata: ainda na minha modesta opinião, um pouco rápida demais, principalmente na Fuga e também demasiado fria.
Do Programa original, Robert Schumann Davidsbündlertänze, op.6 ;Franz Liszt 4 Estudos de execução transcendente
Fryderyk Chopin Sonata nº 3, op.58, há a destacar a substituição da Sonata de Chopin, pela Sonata em Si menor de Liszt, a qual já referi em post há uns tempos atrás.
Não sendo uma fã do pianista, acho que é um grande e talentoso pianista, na minha modesta opinião.
O vídeo é fantástico e vale a pena ver, por causa da realização, além da execução trancendental, propriamente dita.
Para os fãs de Liszt e da Sonata: ainda na minha modesta opinião, um pouco rápida demais, principalmente na Fuga e também demasiado fria.
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03 fevereiro, 2010
O Porto em Fotografia
Tenho um amigo, o Barata, que me manda muitas daquelas mensagens reenviadas.
Já sei que nunca vai deixar de o fazer, mesmo sabendo que se me enviar duas
ou três de cada vez eu ponho tudo no lixo.
Já me mandou algumas piadas muito giras e já me mandou algumas ligações muitos interessantes. Muitas vezes não acho graça ou interesse, mas não digo nada. Ponho no lixo e pronto!
Este Link é mesmo muito interessante, principalmente para os Tripeiros.
Esta fotografia é desse site, tem direitos de autor claro e é da Sé do Porto.
Além das imagens tem muita informação histórica e outra informação útil.
O site é de António Amen e é bilingue: Português e Inglês.
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31 janeiro, 2010
Neve em Hamburgo
Uma música para acompanhar estas fotografias tiradas ontem em Hamburgo.
Todos os lugares são vulgarmente verdes, por causa das árvores e da vegetação. Assim, parecem-me muitos silênciosos e mágicos.
28 janeiro, 2010
Donizetti em Hamburgo
No fim de semana passado assisti, com o Rainer, à ópera Lucia de Lammermoor. A soprano Ha Young Lee, no papel de Lucia tinha uma voz absolutamente poderosa, que contrastava com a sua franzina constituição física.
Mais uma vez a orquestra e a direcção de Simone Young muito boa, com o uso de um instrumento glasharmonika, que gostei imenso de ver tocar (com a ajuda dos binóculos da minha avó Susana).
George Petean (Enrico), Ha Young Lee (Lucia di Lammermoor), Dirigentin Simone Young und Saimir Pirgu (Edgardo).
Foto: Michael Rauhe
A única pena que tenho é que uma música tão bonita e uma história tão trágica merecia uma cenografia melhor, mais bonita, mais coerente e menos "vanguardista". Era mesmo feia!
Mais uma vez a orquestra e a direcção de Simone Young muito boa, com o uso de um instrumento glasharmonika, que gostei imenso de ver tocar (com a ajuda dos binóculos da minha avó Susana).
George Petean (Enrico), Ha Young Lee (Lucia di Lammermoor), Dirigentin Simone Young und Saimir Pirgu (Edgardo).
Foto: Michael Rauhe
A única pena que tenho é que uma música tão bonita e uma história tão trágica merecia uma cenografia melhor, mais bonita, mais coerente e menos "vanguardista". Era mesmo feia!
18 janeiro, 2010
Matiegka - sabem quem é?
Enviaram-me um ficheiro com um andamento duma Serenata deste compositor, que eu desconhecia por completo.
Na wikipédia encontrei uma biografia. Nessa página encontrei um link que me levou a um outro wiki site chamado International Music Score Library Project. Já em tempos o tinha encontrado, mas esqueci-o completamente. Há 3 peças deste compositor neste site.
De certeza, que se encontram peças fantásticas entre 47.000 partituras!
David Leisner Performs Wenzeslaus Matiegka's Scherzo
Na wikipédia encontrei uma biografia. Nessa página encontrei um link que me levou a um outro wiki site chamado International Music Score Library Project. Já em tempos o tinha encontrado, mas esqueci-o completamente. Há 3 peças deste compositor neste site.
De certeza, que se encontram peças fantásticas entre 47.000 partituras!
David Leisner Performs Wenzeslaus Matiegka's Scherzo
17 janeiro, 2010
Ulyana Lopatkina
Acabei de ver no Mezzo, um documentário sobre esta bailarina russa. Primeira bailarina do Ballet Kirov em São Petesburgo. Aqui tem uma entrevista em Inglês.
O que me impressionou no documentário foi a força da dança na sua vida e a franqueza com que falou do seu mundo. Na Wikipédia tem uma pequena biografia.
Uliana Lopatkina - The Dying Swan
O que me impressionou no documentário foi a força da dança na sua vida e a franqueza com que falou do seu mundo. Na Wikipédia tem uma pequena biografia.
Uliana Lopatkina - The Dying Swan
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Ulyana Lopatkina
13 janeiro, 2010
Humoresque nº7
Fica aqui a partitura para piano da peça Humoresque, nº 7 de Dvorak, que a minha amiga Luísa postou no Voxnostra.
Podem imprimir e tocar e fazer as cópias que quiserem.
Podem imprimir e tocar e fazer as cópias que quiserem.
09 janeiro, 2010
UBUNTU
Através do Interatic 2.0 cheguei a este sítio, o UBUNTU .
Acho que deve valer a pena ir ver. Do ponto de vista solidário é muito interessante.
Ubuntu is a community developed operating system that is perfect for laptops, desktops and servers. Whether you use it at home, at school or at work Ubuntu contains all the applications you'll ever need, from word processing and email applications, to web server software and programming tools.
Acho que deve valer a pena ir ver. Do ponto de vista solidário é muito interessante.
Ubuntu is a community developed operating system that is perfect for laptops, desktops and servers. Whether you use it at home, at school or at work Ubuntu contains all the applications you'll ever need, from word processing and email applications, to web server software and programming tools.
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Solidariedade Informática
07 janeiro, 2010
Bach Sonata No. 3 in E major,BWV 1016 with Wanda Landowska and Yehudi Menuhin "adagio,ma non tanto"
Este vídeo é uma resposta a um post do Rui Rebelo no Anacruses.
A versão é muito melhor, mas claro o vídeo é só uma montagem de fotografias. De qualquer forma, se se derem ao trabalho de ler a informação que está no youtube, o vídeo tem um valor acrescentado.
Rui, não tenho o aúdio, mas vou ver se arranjo.
A versão é muito melhor, mas claro o vídeo é só uma montagem de fotografias. De qualquer forma, se se derem ao trabalho de ler a informação que está no youtube, o vídeo tem um valor acrescentado.
Rui, não tenho o aúdio, mas vou ver se arranjo.
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31 dezembro, 2009
Bach, Air on the G string (Air on a G string, string orchestra)
Bom Ano de 2010!
Tinha de ser Bach, apesar de ter procurado outras músicas.
Até ao próximo ano.
Tinha de ser Bach, apesar de ter procurado outras músicas.
Até ao próximo ano.
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30 dezembro, 2009
Schubert - Der Wanderer Opus 4 No 1
Há 3 dias imprimi a partitura desta canção, numa oferta do site Piano Street, cujo endereço do blog tenho aqui ao lado. Vale a pena ir lá. A oferta é a propósito dum concerto do Gulda que eles estão a passar em vídeo.
Eu sou muito ignorante nesta área da música, mas imprimi a partitura e gostei muito de a tocar. Descobri este vídeo que só agora ouvi e, ao contrário do que estava à espera, gostei bastante.
Eu sou muito ignorante nesta área da música, mas imprimi a partitura e gostei muito de a tocar. Descobri este vídeo que só agora ouvi e, ao contrário do que estava à espera, gostei bastante.
29 dezembro, 2009
A Viúva Alegre
Em Hamburgo, na Staatsoper, a Viúva Alegre de Franz Lehár.
Claro, casa cheia, óptima orquestra dirigida pela maestrina Simone Young.
Dos cantores, a assinalar no papel de Hanna - Mirian Gordon-Stewart, no papel de Conde Danilo o barítono Bo Skovhus.
Apesar de conhecer bem o argumento, tão ao gosto do princípio do século XX, a cenografia e adaptação do argumento de Hans Shavernoch, aliada ao facto da língua ser o Alemão, fez com que eu não percebesse nada!
Não fosse saber quem eram as personagens, então seria mesmo nonsense absoluto. A escolha recaiu numa versão holywoodesca de uma história dentro e fora do filme.
Fica o link para um vídeo, com o mesmo barítono. A imagem não é muito boa mas vale a pena ouvir o Dueto.
Claro, casa cheia, óptima orquestra dirigida pela maestrina Simone Young.
Dos cantores, a assinalar no papel de Hanna - Mirian Gordon-Stewart, no papel de Conde Danilo o barítono Bo Skovhus.
Apesar de conhecer bem o argumento, tão ao gosto do princípio do século XX, a cenografia e adaptação do argumento de Hans Shavernoch, aliada ao facto da língua ser o Alemão, fez com que eu não percebesse nada!
Não fosse saber quem eram as personagens, então seria mesmo nonsense absoluto. A escolha recaiu numa versão holywoodesca de uma história dentro e fora do filme.
Fica o link para um vídeo, com o mesmo barítono. A imagem não é muito boa mas vale a pena ouvir o Dueto.
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Música.Opereta
23 dezembro, 2009
22 dezembro, 2009
19 dezembro, 2009
J.S. Bach: Mass in B minor "Agnus Dei" - Andreas Scholl
Mais um daqueles vídeos sincronizados: partitura e audio. Como gosto de ouvir música com a partitura, pode ser que mais alguém goste.
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Partitura
06 dezembro, 2009
Learn To Read Through Sound -- Cognitive Neuroscientists Use Sound Training To Help Dyslexic Children Read
Cognitive neuroscientists monitoring brain activity with fMRI found that children with dyslexia are often unable to process the fast-changing sounds used in spoken language. Sound training dedicated to teaching children to better process these sounds improves their ability to manipulate words and their phonetic components, which translates into better reading.
Aqui
A página tem um vídeo, mas eu não consigo copia-lo para aqui. Têm mesmo de ir lá vê-lo.
Aqui
A página tem um vídeo, mas eu não consigo copia-lo para aqui. Têm mesmo de ir lá vê-lo.
04 dezembro, 2009
Só um em cada cinco portugueses tem nível médio de literacia
Segundo o JN , há um estudo, apresentado recentemente na Gulbenkian, que chegou a esta conclusão.
Tentei encontrar esta notícia noutros lados, mas não consegui.
Leiam e tentem descobrir mais.
O que me incomoda mais é o mesmo estudo apontar os suecos com um número muito superior: 4 em cada 5 têm um nível médio de literacia. É uma diferença abismal!
Andamos, os professores, a inventar soluções para este problema todos os dias; andam todos à procura de uma solução, inventam-se projectos nacionais, como o Plano Nacional de Leitura, projectos locais, com Concursos, nas Bibliotecas Escolares com imensas actividades interdisciplinares.
Acho mesmo que temos de convencer toda a gente a colaborar!
Se alguém encontrar o tal relatório, por favor enviem-me o link.
Tentei encontrar esta notícia noutros lados, mas não consegui.
Leiam e tentem descobrir mais.
O que me incomoda mais é o mesmo estudo apontar os suecos com um número muito superior: 4 em cada 5 têm um nível médio de literacia. É uma diferença abismal!
Andamos, os professores, a inventar soluções para este problema todos os dias; andam todos à procura de uma solução, inventam-se projectos nacionais, como o Plano Nacional de Leitura, projectos locais, com Concursos, nas Bibliotecas Escolares com imensas actividades interdisciplinares.
Acho mesmo que temos de convencer toda a gente a colaborar!
Se alguém encontrar o tal relatório, por favor enviem-me o link.
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