Mozart, Sinfonia concertante Kv. 364
2nd mov.: Andante
Rainer Küchl, violin - Heinrich Koll, viola - Wiener Philharmoniker - Zubin Mehta, conductor
Mais música de Mozart, de Hamburgo.
Na realidade, mais escolhas do Rainer!
12 junho, 2011
Mozart, Sinfonia concertante Kv. 364 (2)
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Susana Serrano Pahlk
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10 junho, 2011
Mozart Concerto No.27 in B flat, Largetto
Alicia de Larocha
De Hamburgo, mais música que o Rainer gostava.
De Hamburgo, mais música que o Rainer gostava.
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04 junho, 2011
Fazil Say auf dem EMPORIO
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27 maio, 2011
Schubert: "Der Wanderer", D. 493 - Bis
É uma repetição.
Trouxe a partitura de Hamburgo e claro, voltei a gostar de tocar e de ouvir.
Não é muito original, o post, mas ajuda-me a manter viva.
Trouxe a partitura de Hamburgo e claro, voltei a gostar de tocar e de ouvir.
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Susana Serrano Pahlk
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8:27:00 da tarde
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22 maio, 2011
Bach's English Suite II, Prelude BWV807
Ivo Pogorelich
Bach para voltar a arrancar com o blogue.
Também era um dos compositores favoritos do Rainer.
Bach para voltar a arrancar com o blogue.
Também era um dos compositores favoritos do Rainer.
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Ivo Pogorelich
25 abril, 2011
A última ópera em Hamburgo
Devo a publicação deste post ao Rainer, que morreu hoje.
Todas, ou quase quase todas as óperas e concertos que vimos juntos, estão aqui publicadas. E estão-no porque ele gostava de ver os meus posts.
A música, de todos os estilos e épocas, ouvida ao vivo, gravada ou trocada em CDs e emails, foi um ponto muito forte da nossa relação.
Infelizmente, "La Bohème", não é uma ópera alegre, mas muito dramática e triste. Foi também das melhores que vimos, onde todas as vozes eram fora de série e tudo o resto altamente conseguido.
Aqui podem ver todo o elenco.
Todas, ou quase quase todas as óperas e concertos que vimos juntos, estão aqui publicadas. E estão-no porque ele gostava de ver os meus posts.
A música, de todos os estilos e épocas, ouvida ao vivo, gravada ou trocada em CDs e emails, foi um ponto muito forte da nossa relação.
Infelizmente, "La Bohème", não é uma ópera alegre, mas muito dramática e triste. Foi também das melhores que vimos, onde todas as vozes eram fora de série e tudo o resto altamente conseguido.
Aqui podem ver todo o elenco.
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21 abril, 2011
Hamburger Camerata " Frühlingserwachen"
Ontem, outra vez em Hamburgo, mais um concerto fantástico :
Hamburger Camerata
Elina Vähälä Violine
Ralf Gothóni Klavier und Leitung
Ralph Vaughan Williams: Fantasia on a theme by Thomas Tallis
Felix Mendelssohn Bartholdy: Konzert für Violine, Klavier und Streichorchester d-moll
Darius Milhaud: »Le Printemps« für Kammerensemble
Georges Bizet: Symphonie Nr. 1 C-Dur
Tudo peças escritas ou na juventude ou nos anos do desabrochar da composição destes quatro compositores. Ignorante como sou, só conhecia o Concerto do Mendelssohn, que foi brilhantemente tocado.
O concerto foi nessa sala da fotografia, a sala grande do Laieszhalle e ficamos quase em cima da orquestra, porque o Rainer se enganou a comprar os bilhetes. Mas a troca acabou por ser muito positiva, porque o maestro era o pianista e, além da orquestra toda, vimos bem e ouvimos os solistas.
Hamburger Camerata
Elina Vähälä Violine
Ralf Gothóni Klavier und Leitung
Ralph Vaughan Williams: Fantasia on a theme by Thomas Tallis
Felix Mendelssohn Bartholdy: Konzert für Violine, Klavier und Streichorchester d-moll
Darius Milhaud: »Le Printemps« für Kammerensemble
Georges Bizet: Symphonie Nr. 1 C-Dur
Tudo peças escritas ou na juventude ou nos anos do desabrochar da composição destes quatro compositores. Ignorante como sou, só conhecia o Concerto do Mendelssohn, que foi brilhantemente tocado.
O concerto foi nessa sala da fotografia, a sala grande do Laieszhalle e ficamos quase em cima da orquestra, porque o Rainer se enganou a comprar os bilhetes. Mas a troca acabou por ser muito positiva, porque o maestro era o pianista e, além da orquestra toda, vimos bem e ouvimos os solistas.
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18 abril, 2011
Concerto de Câmara em Hamburgo
Ensemble Acht, como diz o nome, um conjunto de oito músicos, um octeto: um clarinete, Guido Schäfer, um fagote, Christian Kunert, uma trompa, Christoph Moinian, dois violinos, Monia Rizkallah e Annette Schäfer, uma violeta, Antonia Siegers, um violoncelo, Ingo Zander e um contrabaixo, Stefan Schäfer.
Do programa, uma Serenade D-Dur KV 320 de Mozart, a abrir, depois um Oktett d-moll de um compositor de Hamburgo mas com nome francês, Ferdinand Thieriot. Depois do intervalo uma inacreditável não-música de um compositor contemporãneo, também de Hamburgo, Jobst Liebrecht e a finalizar uma música fantástica outra vez, a Suite Americana op. 98b de Antonin Dvorák, arranjada para octeto por Ulf-Guido Schäfer.
O Concerto foi aqui na casa que se vê por trás dos músicos, na fotografia.
Claro que numa sala para sessenta pessoas e estes oito músicos, a sensação bate todas as outras impressões de concertos ao vivo ou de audições de música gravada. Se se derem ao trabalho de procurar um pouco por estes músicos na internet descobrem que são todos músicos de alta craveira.
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12 abril, 2011
United Nations Environment Programme
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28 março, 2011
Água engarrafada ou d'el cano?
" Só em termos de uso de água, a quantidade gasta na fabricação das garrafas é muitas vezes maior do que a quantidade a ser engarrafada. E no que concerne à distribuição, a grande diferença entre a água engarrafada e a água da torneira provém da queima de combustíveis fósseis no seu transporte por camião, comboio ou navio, em vez de adutora. [...]
Um dos maiores problemas enfrentados pela água engarrafada é o refugo plástico. Conforme o Container Recycling Institute, cerca de 14 biliões de garrafas de água foram vendidas nos Estados Unidos em 2002, 90% das quais foram deitadas ao lixo - mesmo que a maioria tenha sido feita com plásticos PET (tereftalato de polietileno) reciclável.
Regulamentos eficazes promovendo a reciclagem de garrafas existem na Áustria, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Finlândia, Alemanha, Holanda, Noruega, Suécia, Suíça e em 11 estados dos Estados Unidos."
Paul McRaldle, The Green Guide
Se repararem nas datas do texto percebem que tem quase 10 anos. Acham que agora estamos melhor?
Deixo aqui um link para quem quer ser mais verde por uma questão de cidadania universal.
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26 março, 2011
Uma visão da actualidade
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21 março, 2011
Aniversário de Bach, Johann Sebastian
As fotografias são tiradas por mim, em Leipzig, em Agosto de 2010, em três dias inesquecíveis.
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20 março, 2011
Barenboim IV
A última parte da Sonata de Liszt. Alerto para o facto de esta sonata não ter realmente paragens entre os andamentos, o que não é usual. Se falo aqui em partes é porque o vídeo está publicado em 3 partes. Eu tenho uma gravação, em VHS, que fiz em 1986 e que julgo não está em condições de ser vista. Por isso fiquei tão contente por encontrar isto no youtube.
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14 março, 2011
Barenboin III
O segundo vídeo da Sonata de Liszt, numa gravação de 1985.
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13 março, 2011
Ameaça nuclear concentra atenções nipónicas
Durante quanto tempo mais vamos continuar a discutir os prós e os contras da energia nuclear?
Será preciso haver muitas mais tragédias naturais, como a do Japão, para nos pôr no nosso devido lugar?
Aqui , neste vídeo, é bem visível a angustia das pessoas. Na realidade não sabemos quase nada sobre a extensão nuclear desta tragédia!
Neste link deixo-vos a informação do número de instalações nucleares existentes pelo mundo fora, a quantidade de energia que produzem, o número de novas instalações em construção, em plano ou simplesmente em hipótese. É assustador!
Já agora, o que é que cada um de nós está a fazer diariamente, sistematicamente, para poupar energia?
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Aqui e agora.,
Energia Nuclear,
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12 março, 2011
Barenboim II
Primeiro vídeo, de três, de uma interpretação da Sonata de Liszt.
É a minha interpretação favorita!
É a minha interpretação favorita!
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10 março, 2011
Barenboim I
Primeiro vídeo, depois daquele CONCERTO fantástico.
Só para mostar um bocadinho.
Só para mostar um bocadinho.
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08 março, 2011
Barenboim em Hamburgo
Philharmoniker Hamburg
Daniel Barenboim Klavier
Dirigentin Simone Young
Franz Liszt: Der Tanz in der Dorfschenke / Mephisto-Walzer Nr. 1 S 514
Franz Liszt: Konzert für Klavier und Orchester Nr. 2 A-Dur S 125
Franz Liszt: Konzert für Klavier und Orchester Nr. 1 Es-Dur S 124
Franz Liszt: Mazeppa S 138
Eis um concerto que não esperava ver, nunca na minha vida.
Para além da admiração que tenho por Barenboim, como pessoa, pianista e maestro, veio tocar um dos meus compositores de eleição, Liszt. Durante todo o concerto lembrei-me de algumas pessoas que conheço e que gostariam de lá estar também. Partilhei-o com o Rainer, que é também um hamgurguês admirador de Liszt.
Apesar da crítica não ter gostado muito da interpretação da orquestra, imprimida pela maestrina Simone Young, eu gosto bastante das leituras mais femininas que ela faz das obras. E portanto, achei a orquestra muito boa, sem inconsequências musicais.
Daniel Barenboim Klavier
Dirigentin Simone Young
Franz Liszt: Der Tanz in der Dorfschenke / Mephisto-Walzer Nr. 1 S 514
Franz Liszt: Konzert für Klavier und Orchester Nr. 2 A-Dur S 125
Franz Liszt: Konzert für Klavier und Orchester Nr. 1 Es-Dur S 124
Franz Liszt: Mazeppa S 138
Eis um concerto que não esperava ver, nunca na minha vida.
Para além da admiração que tenho por Barenboim, como pessoa, pianista e maestro, veio tocar um dos meus compositores de eleição, Liszt. Durante todo o concerto lembrei-me de algumas pessoas que conheço e que gostariam de lá estar também. Partilhei-o com o Rainer, que é também um hamgurguês admirador de Liszt.
Apesar da crítica não ter gostado muito da interpretação da orquestra, imprimida pela maestrina Simone Young, eu gosto bastante das leituras mais femininas que ela faz das obras. E portanto, achei a orquestra muito boa, sem inconsequências musicais.
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Simone Young
27 fevereiro, 2011
Tudo isto tem a ver com a questão da liberdade
Tudo isto tem a ver com o que me vai no espírito. Há demasiado 'ruído' em torno do que é realmente importante. Há também muita pressão sobre todos nós.
Por isso reflectir nunca é demais. Pelo menos pensar duas vezes!
"Tudo isto tem a ver com a questão da liberdade, que é o assunto de que propriamente se ocupa a ética, […]. Liberdade é poder dizer ‘sim’ ou ‘não’; faço-o ou não o faço, digam o que disserem os meus chefes ou os demais; isto convém-me e eu quero-o, aquilo não me convém e, portanto, não o quero. Liberdade é decidir, mas também, não te esqueças, dares-te conta do que estás a dizer. Precisamente o contrário de te deixares levar, como poderás compreender. E para não te deixares levar não tens outro remédio senão tentar pensar pelo menos duas vezes no que te dispões a fazer; sim, duas vezes, sinto muito, mesmo que te doa a cabeça… Da primeira vez em que pensas no motivo da tua acção, a resposta à pergunta ‘porque faço isto?’é do tipo das que há pouco estudamos: faço-o porque mo mandam fazer, porque é costume fazê-lo, porque me apetece. Mas se pensares uma segunda vez, a coisa já muda de figura. Faço isto porque mo mandaram fazer, mas… porque obedeço eu ao que me mandam? Por medo do castigo? Por esperar uma recompensa? Não estarei então como que escravizado por quem manda em mim? Se obedeço porque aqueles que dão ordens sabem mais do que eu, não será aconselhável que procure informar-me o suficiente para decidir por mim próprio? E se me mandarem fazer coisas que não me parecem convenientes, como quando ordenaram ao comandante nazi que eliminasse os judeus do campo de concentração? Não poderá uma coisa ser ‘má’ – quer dizer, não me convir – por muito que ma mandem fazer, ou ‘boa’ e conveniente mesmo que ninguém me mande que a faça?"
Fernando Savater, in “Ética para um jovem”
Por isso reflectir nunca é demais. Pelo menos pensar duas vezes!
"Tudo isto tem a ver com a questão da liberdade, que é o assunto de que propriamente se ocupa a ética, […]. Liberdade é poder dizer ‘sim’ ou ‘não’; faço-o ou não o faço, digam o que disserem os meus chefes ou os demais; isto convém-me e eu quero-o, aquilo não me convém e, portanto, não o quero. Liberdade é decidir, mas também, não te esqueças, dares-te conta do que estás a dizer. Precisamente o contrário de te deixares levar, como poderás compreender. E para não te deixares levar não tens outro remédio senão tentar pensar pelo menos duas vezes no que te dispões a fazer; sim, duas vezes, sinto muito, mesmo que te doa a cabeça… Da primeira vez em que pensas no motivo da tua acção, a resposta à pergunta ‘porque faço isto?’é do tipo das que há pouco estudamos: faço-o porque mo mandam fazer, porque é costume fazê-lo, porque me apetece. Mas se pensares uma segunda vez, a coisa já muda de figura. Faço isto porque mo mandaram fazer, mas… porque obedeço eu ao que me mandam? Por medo do castigo? Por esperar uma recompensa? Não estarei então como que escravizado por quem manda em mim? Se obedeço porque aqueles que dão ordens sabem mais do que eu, não será aconselhável que procure informar-me o suficiente para decidir por mim próprio? E se me mandarem fazer coisas que não me parecem convenientes, como quando ordenaram ao comandante nazi que eliminasse os judeus do campo de concentração? Não poderá uma coisa ser ‘má’ – quer dizer, não me convir – por muito que ma mandem fazer, ou ‘boa’ e conveniente mesmo que ninguém me mande que a faça?"
Fernando Savater, in “Ética para um jovem”
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Reflectir
15 fevereiro, 2011
Evelyn Glennie - Drive TV Hamburg
Uma amiga enviou-me este vídeo.
Tem várias coisas interessantes. A primeira é a música. A segunda é ser tocada por uma percurssionista surda. A terceira, é o ponto de vista dela sobre os sons e a forma de os ouvir.
A quarta é ser um concerto e entrevista em Hamburgo, numa sala e numa cidade que eu conheço bem.
Tem várias coisas interessantes. A primeira é a música. A segunda é ser tocada por uma percurssionista surda. A terceira, é o ponto de vista dela sobre os sons e a forma de os ouvir.
A quarta é ser um concerto e entrevista em Hamburgo, numa sala e numa cidade que eu conheço bem.
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Percussão
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