A última parte de uma entrevista a dois jovens ingleses, socialmente interventivos. Muito novos mas que sabem o que dizem.
Vale a pena ler hoje no Público esta entrevista e todo o artigo sobre os motins em Inglaterra.
O que é que Cameron devia fazer?
Amena Amer: Abrir os olhos. E perceber de onde vêm estas pessoas, a discriminação que sentem na polícia e no Estado há anos e a falta de oportunidades por serem de determinada minoria. Se só tentarmos restaurar a ordem sem abordar isto, ficamos sem capacidade para prever o quão pior será da próxima vez.
Symeon Brown: Mais segurança nas ruas é importante. Mas a seguir é preciso perceber a criminalidade juvenil. É preciso falar de cidadania e de identidade e por que há algumas pessoas que se identificam com a comunidade e outras não. Há esta ideia de que estão a incendiar as sua próprias comunidades, mas será que as sentem como suas? Porque é que achamos isso, quando tivemos Thatcher a dizer que não há sociedade, apenas indivíduos e as suas família? Claramente há muito a fazer, mas não acredito que exista vontade para fazer esse debate.
14 agosto, 2011
10 agosto, 2011
Album Blatt Opus 117 by Felix Mendelssohn
Mais uma Canção sem palavras. Em mi menor.
Albumblatt Opus 117 by Felix Mendelssohn, performed by an amateur pianist in Kibbutz Mishmar HaEmeq, Israel, for the celebration of Mendelssohn's 200 anniversary. February 2009.
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Palavras para quê? Mendelssohn.
07 agosto, 2011
Songs Without Words Op.85 no.4 in D Major
Barenboim plays Mendelssohn
Palavras para quê?
Palavras para quê?
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Palavras para quê? Mendelssohn. Barenboim
03 agosto, 2011
Obrigadinho por nada
Na crónica de hoje, no Público, Rui Tavares no seu melhor!
E é que não há maneira de verem!
"Este acordo não é bom para os EUA, que arriscarão trocar uma recuperação fraquinha por um regresso à recessão, e não é bom para o resto do mundo, cada vez mais rendido à ilógica da austeridade expansionária. Quando toda a gente cortar custos para ficar mais competitivo, que vamos fazer com a competitividade ganha? Exportar para Saturno?"
E é que não há maneira de verem!
"Este acordo não é bom para os EUA, que arriscarão trocar uma recuperação fraquinha por um regresso à recessão, e não é bom para o resto do mundo, cada vez mais rendido à ilógica da austeridade expansionária. Quando toda a gente cortar custos para ficar mais competitivo, que vamos fazer com a competitividade ganha? Exportar para Saturno?"
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Aqui e agora.,
Rui Tavares
30 julho, 2011
Lixo espacial
Falta um aspirador para nos salvar do lixo espacial
Um muito interessante artigo, no Público online. É educativo ver como os maus princípios praticados no nosso quintal se estendem de uma forma tão grave para o quintal da toda a humanidade. E os responsáveis não têm uma solução.
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Aqui e agora,
Lixo espacial
22 julho, 2011
Grãos de areia electrónicos
Hoje no Público, P2, naquele pequenino artigo relacionado com o futuro e ciências da Ana Gerschenfeld.
Muito interessante e entusiasmante, pelo menos para mim.
Muito interessante e entusiasmante, pelo menos para mim.
Fazer computadores do tamanho de um grão de areia exige circuitos electrónicos à escala molecular. Mas como ligar entre si os componentes desta futura “electrónica molecular”, controlando a qualidade e a posição das ligações? Yuji Okawa e colegas, do Instituto Nacional da Ciência dos Materiais japonês, conseguiram ultrapassar este obstáculo – que, segundo escrevem no Journal of the American Chemical Society, é “a chave da electrónica molecular”.
A nova técnica, de “soldadura química”, permite “ligar as moléculas funcionais com nanofios condutores” fabricando cadeias moleculares que vão formando ligações químicas espontâneas com os componentes do circuito em construção.
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21 julho, 2011
Gabriel Fauré
Um compositor de quem ainda não postei nenhuma peça.
Jean Hubeau - Barcarolle n°4 en la bémol majeur Opus 44
Jean Hubeau - Barcarolle n°4 en la bémol majeur Opus 44
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19 julho, 2011
Uma ponte para atravessar o Mar Vermelho
An image snapped from the Space Shuttle Endeavor shows the Sinai Peninsula (left) and the Strait of Tiran. The finger of water in the middle is the Gulf of Aqaba; the bulge in the lower right is the Red Sea. Egypt and Saudi Arabia plan to build a 32-kilometer (20-mile) bridge across the bottom of the gulf.
Aqui podem ler o artigo e ver mais umas fotografias.
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16 julho, 2011
"Até o Infinito e mais Além "?
Aqui, seguindo este Link vão dar a um documentário da BBC, legendado em Português, sobre a existência ou não do infinito. Matemáticos, cientistas. Muito bem realizado e problematizado. Alguns conceitos muito bem explicados. E claro, com a vantagem de parar, voltar atrás e perceber melhor.
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26 junho, 2011
Como é que se Esquece Alguém que se Ama?
Como é que se Esquece Alguém que se Ama?
Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'
Não se esquece, mas o tempo faz com que seja suportável a dor.
Esta é a minha esperança!
Já me separei e divorciei e nada é semelhante ao que sinto agora, depois do Rainer morrer.
Nunca o vou esquecer, nunca vou deixar de sentir o que sinto, mas tenho quase a certeza que o tempo me vai ajudar. O MEC tem razão.
Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'
Não se esquece, mas o tempo faz com que seja suportável a dor.
Esta é a minha esperança!
Já me separei e divorciei e nada é semelhante ao que sinto agora, depois do Rainer morrer.
Nunca o vou esquecer, nunca vou deixar de sentir o que sinto, mas tenho quase a certeza que o tempo me vai ajudar. O MEC tem razão.
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Miguel Esteves Cardoso,
Rainer
25 junho, 2011
Let Learning Happen - Sugata Mitra at European Zeitgeist 2011
Um vídeo que vale a pena ver e depois reflectir sobre. E quem sabe, discutir e procurar mais informação.
- "Grupos de crianças podem aprender, por elas, a usar um computador e a internet, independentemente de onde são e quem são;
-Grupos de crianças podem aprender todo o géneros de coisas na internet.
-Haverá alguma coisa que não consigam aprender?
- Depois de mais uma experiência a conclusão foi: Grupos de crianças podem aprender quase tudo por elas."
No fim: como podem as escolas se organizar?
Vale a pena ver, com atenção, até ao fim.
Não é, como podem julgar os mais cépticos, mais uma onda de "facilitismo" ou de "ensino pela descoberta" ou ludismo na escola.
É, a meu ver, a forma de, utilizando as ferramentas tecnológicas actuais e aproveitando a vontade de aprender e curiosidade própria das crianças, inventar uma nova escola.
Se alguém no ano de 1970 fizesse uma viagem no tempo à actualidade, diria quanto mudou o mundo.
Porque é que aprender e ensinar se deverá manter igual?
- "Grupos de crianças podem aprender, por elas, a usar um computador e a internet, independentemente de onde são e quem são;
-Grupos de crianças podem aprender todo o géneros de coisas na internet.
-Haverá alguma coisa que não consigam aprender?
- Depois de mais uma experiência a conclusão foi: Grupos de crianças podem aprender quase tudo por elas."
No fim: como podem as escolas se organizar?
Vale a pena ver, com atenção, até ao fim.
Não é, como podem julgar os mais cépticos, mais uma onda de "facilitismo" ou de "ensino pela descoberta" ou ludismo na escola.
É, a meu ver, a forma de, utilizando as ferramentas tecnológicas actuais e aproveitando a vontade de aprender e curiosidade própria das crianças, inventar uma nova escola.
Se alguém no ano de 1970 fizesse uma viagem no tempo à actualidade, diria quanto mudou o mundo.
Porque é que aprender e ensinar se deverá manter igual?
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Aprender,
Nova Pedagogia?,
Sugata Mitra
12 junho, 2011
Mozart, Sinfonia concertante Kv. 364 (2)
Mozart, Sinfonia concertante Kv. 364
2nd mov.: Andante
Rainer Küchl, violin - Heinrich Koll, viola - Wiener Philharmoniker - Zubin Mehta, conductor
Mais música de Mozart, de Hamburgo.
Na realidade, mais escolhas do Rainer!
2nd mov.: Andante
Rainer Küchl, violin - Heinrich Koll, viola - Wiener Philharmoniker - Zubin Mehta, conductor
Mais música de Mozart, de Hamburgo.
Na realidade, mais escolhas do Rainer!
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10 junho, 2011
Mozart Concerto No.27 in B flat, Largetto
Alicia de Larocha
De Hamburgo, mais música que o Rainer gostava.
De Hamburgo, mais música que o Rainer gostava.
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04 junho, 2011
Fazil Say auf dem EMPORIO
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27 maio, 2011
Schubert: "Der Wanderer", D. 493 - Bis
É uma repetição.
Trouxe a partitura de Hamburgo e claro, voltei a gostar de tocar e de ouvir.
Não é muito original, o post, mas ajuda-me a manter viva.
Trouxe a partitura de Hamburgo e claro, voltei a gostar de tocar e de ouvir.
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22 maio, 2011
Bach's English Suite II, Prelude BWV807
Ivo Pogorelich
Bach para voltar a arrancar com o blogue.
Também era um dos compositores favoritos do Rainer.
Bach para voltar a arrancar com o blogue.
Também era um dos compositores favoritos do Rainer.
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Bach,
Ivo Pogorelich
25 abril, 2011
A última ópera em Hamburgo
Devo a publicação deste post ao Rainer, que morreu hoje.
Todas, ou quase quase todas as óperas e concertos que vimos juntos, estão aqui publicadas. E estão-no porque ele gostava de ver os meus posts.
A música, de todos os estilos e épocas, ouvida ao vivo, gravada ou trocada em CDs e emails, foi um ponto muito forte da nossa relação.
Infelizmente, "La Bohème", não é uma ópera alegre, mas muito dramática e triste. Foi também das melhores que vimos, onde todas as vozes eram fora de série e tudo o resto altamente conseguido.
Aqui podem ver todo o elenco.
Todas, ou quase quase todas as óperas e concertos que vimos juntos, estão aqui publicadas. E estão-no porque ele gostava de ver os meus posts.
A música, de todos os estilos e épocas, ouvida ao vivo, gravada ou trocada em CDs e emails, foi um ponto muito forte da nossa relação.
Infelizmente, "La Bohème", não é uma ópera alegre, mas muito dramática e triste. Foi também das melhores que vimos, onde todas as vozes eram fora de série e tudo o resto altamente conseguido.
Aqui podem ver todo o elenco.
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21 abril, 2011
Hamburger Camerata " Frühlingserwachen"
Ontem, outra vez em Hamburgo, mais um concerto fantástico :
Hamburger Camerata
Elina Vähälä Violine
Ralf Gothóni Klavier und Leitung
Ralph Vaughan Williams: Fantasia on a theme by Thomas Tallis
Felix Mendelssohn Bartholdy: Konzert für Violine, Klavier und Streichorchester d-moll
Darius Milhaud: »Le Printemps« für Kammerensemble
Georges Bizet: Symphonie Nr. 1 C-Dur
Tudo peças escritas ou na juventude ou nos anos do desabrochar da composição destes quatro compositores. Ignorante como sou, só conhecia o Concerto do Mendelssohn, que foi brilhantemente tocado.
O concerto foi nessa sala da fotografia, a sala grande do Laieszhalle e ficamos quase em cima da orquestra, porque o Rainer se enganou a comprar os bilhetes. Mas a troca acabou por ser muito positiva, porque o maestro era o pianista e, além da orquestra toda, vimos bem e ouvimos os solistas.
Hamburger Camerata
Elina Vähälä Violine
Ralf Gothóni Klavier und Leitung
Ralph Vaughan Williams: Fantasia on a theme by Thomas Tallis
Felix Mendelssohn Bartholdy: Konzert für Violine, Klavier und Streichorchester d-moll
Darius Milhaud: »Le Printemps« für Kammerensemble
Georges Bizet: Symphonie Nr. 1 C-Dur
Tudo peças escritas ou na juventude ou nos anos do desabrochar da composição destes quatro compositores. Ignorante como sou, só conhecia o Concerto do Mendelssohn, que foi brilhantemente tocado.
O concerto foi nessa sala da fotografia, a sala grande do Laieszhalle e ficamos quase em cima da orquestra, porque o Rainer se enganou a comprar os bilhetes. Mas a troca acabou por ser muito positiva, porque o maestro era o pianista e, além da orquestra toda, vimos bem e ouvimos os solistas.
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Hamburgo,
Laeiszhalle,
Música
18 abril, 2011
Concerto de Câmara em Hamburgo
Ensemble Acht, como diz o nome, um conjunto de oito músicos, um octeto: um clarinete, Guido Schäfer, um fagote, Christian Kunert, uma trompa, Christoph Moinian, dois violinos, Monia Rizkallah e Annette Schäfer, uma violeta, Antonia Siegers, um violoncelo, Ingo Zander e um contrabaixo, Stefan Schäfer.
Do programa, uma Serenade D-Dur KV 320 de Mozart, a abrir, depois um Oktett d-moll de um compositor de Hamburgo mas com nome francês, Ferdinand Thieriot. Depois do intervalo uma inacreditável não-música de um compositor contemporãneo, também de Hamburgo, Jobst Liebrecht e a finalizar uma música fantástica outra vez, a Suite Americana op. 98b de Antonin Dvorák, arranjada para octeto por Ulf-Guido Schäfer.
O Concerto foi aqui na casa que se vê por trás dos músicos, na fotografia.
Claro que numa sala para sessenta pessoas e estes oito músicos, a sensação bate todas as outras impressões de concertos ao vivo ou de audições de música gravada. Se se derem ao trabalho de procurar um pouco por estes músicos na internet descobrem que são todos músicos de alta craveira.
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Hamburgo,
Jenisch Hause,
Música
12 abril, 2011
United Nations Environment Programme
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