05 outubro, 2011
O Universo da crise
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04 outubro, 2011
Isaltices
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01 outubro, 2011
Haendel - Dia Mundial da Música
Philippe Jaroussky
"Lascia ch'io pianga"da Ópera "Rinaldo"
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Haendel,
Philippe Jaroussky
25 setembro, 2011
Mozart - Adagio in E, K. 261
Nathan Milstein, 1950 Vladimir Golschmann, RCA Victor Orchestra
Só a música, com os ruídos dos antigos discos de vinil.
Mais uma peça de Mozart através das memórias que tenho do Rainer.
Só a música, com os ruídos dos antigos discos de vinil.
Mais uma peça de Mozart através das memórias que tenho do Rainer.
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Nathan Milstein,
Rainer
24 setembro, 2011
O homem mais rápido sem pernas - Oscar Pistorius
Foi a fotografia que me chamou a atenção, mas a entrevista é muito interessante de ler. Passa uma mensagem bastante importante para aquelas pessoas que se queixam de tudo na vida.
A fotografia online é muito mais impressionante.
No Público online .
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Oscar Pistorius
11 setembro, 2011
11 de Setembro 2011 - a melhor crónica
Não podia deixar passar. Vale a pena ler, do princípio até ao fim, sem saltar partes ou ler na diagonal. No Público de hoje, dedicado em boa parte à data que hoje se comemora.
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11 de Setembro,
Frei Bento Domingues
08 setembro, 2011
Sobre o início do ano escolar...
Hoje no Público a pergunta a algumas pessoas era:
Que medida gostaria de ver adoptada nas escolas pelo novo ministro?
Achei muito pertinente a resposta de Lucília Salgado, Investigadora e docente na Escola Superior de Educação de Coimbra :
"Gostaria que continuasse a fomentar na mesma linha a educação de adultos, porque ela tem um efeito importantíssimo nos filhos. Os adultos que fizeram um processo de educação de adultos têm melhores competências para orientar os filhos na escola e isso pode mudar o nosso sistema educativo, cujo atraso se deveu ao atraso dos adultos que não souberam - não sabiam - orientar os filhos para a escola. Os estudos comprovam, por exemplo, que os adultos que faziam as Novas Oportunidades conseguiam ter uma prática de envolvimento com os filhos que é facilitadora do sucesso escolar".
Que medida gostaria de ver adoptada nas escolas pelo novo ministro?
Achei muito pertinente a resposta de Lucília Salgado, Investigadora e docente na Escola Superior de Educação de Coimbra :
"Gostaria que continuasse a fomentar na mesma linha a educação de adultos, porque ela tem um efeito importantíssimo nos filhos. Os adultos que fizeram um processo de educação de adultos têm melhores competências para orientar os filhos na escola e isso pode mudar o nosso sistema educativo, cujo atraso se deveu ao atraso dos adultos que não souberam - não sabiam - orientar os filhos para a escola. Os estudos comprovam, por exemplo, que os adultos que faziam as Novas Oportunidades conseguiam ter uma prática de envolvimento com os filhos que é facilitadora do sucesso escolar".
É pertinente, porque é um ponto de vista sistematicamente esquecido quando se fala em educação de adultos, em formação ao longo da vida e se argumenta com os custo para o país.
Acho que a ignorância é sempre mais cara do que as Novas Oportunidades.
Temos de quebrar o ciclo da pouca importância da Escola na nossa sociedade.
É isso que tem atrasado o país e mantido no poder uma determinada elite, pouco dada a democracia real e já agora maioritariamente pouco culta!
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Educação
06 setembro, 2011
Aniversário do Rainer
Hoje faria 58 anos.
Uma das suas peças preferidas, do seu adorado Mozart.
Uma das suas peças preferidas, do seu adorado Mozart.
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Rainer
23 agosto, 2011
Acabou o jogo dos dominós
O comentário de Jorge Almeida Fernandes, hoje no Público.
Vale a pena ler!
A queda do regime de Muammar Khadafi é um acontecimento impressionante. Muitos a olham já como o detonador da segunda vaga ou de um segundo alento das revoluções árabes. É fascinante a vários títulos. Marca o fim de seis meses de guerra civil e de quatro de intervenção da NATO. Por outro lado, Khadafi não é um déspota cinzento como o tunisino Ben Ali, com quem tudo começou. O espalhafatoso coronel é uma vedeta, um clown "global", praticamente desde que conquistou o poder há 42 anos. Foi o encenador do seu próprio espectáculo. Por isso, mais impressionante é a queda.
O público maravilhou-se com o "efeito dos dominós" - Tunísia, Egipto, Líbia, Iémen, Bahrein, Síria... O temor do contágio levou alguns governantes - inclusive os sauditas, guardiões da ordem - a ensaiar reformas, umas cosméticas, outras com algum alcance, caso de Marrocos. Os últimos meses foram marcados pela derrota dos manifestantes xiitas do Bahrein, pela repressão na Síria e pela imagem de atolamento das transições nos próprios países exemplares - a Tunísia e o Egipto.
"Muita da visão convencional nas últimas semanas era a de que a Primavera Árabe se estava a transformar num Verão maçador", escreveu ontem o americano Philip Zelikow no Financial Times. "A queda do coronel Khadafi vai renovar o ímpeto." Para já na Síria. Mas provavelmente ressoará por todo o Magrebe e no Golfo Pérsico. Vários analistas árabes esperam que a máquina revolucionária reentre em funcionamento.
O teste sírio
O primeiro teste será logicamente em Damasco. O regime de Bashar al-Assad perdeu a legitimidade. Tem sido objecto de uma política de influências cruzadas entre a Turquia, o Irão e a Arábia Saudita. A capacidade de arbitragem das potências regionais está a esgotar-se. Damasco não escuta os conselhos reformistas turcos, estes são contrariados pelo Irão, que tem meios de pressão sobre Ancara, enquanto a Arábia Saudita espreita o momento de colher os frutos da sua discreta intervenção. A queda de Assad mudaria o xadrez regional. Israel assiste inquieto, já que outra peça do tabuleiro regional se começou a mover em seu desfavor - o novo Egipto. Note-se que a ameaça de outro incêndio em Gaza pode obrigar os actores a refazer todos os cálculos.
O regime sírio resiste, mas desgasta-se inexoravelmente. Explica um diplomata francês, recém-chegado de Damasco, que também a capital se começa a mover, pacientemente, da periferia para o centro. As manifestações mudam a vida das pessoas pelo simples facto de elas "poderem gritar a sua cólera quanto mais não seja por alguns minutos". "Este efémero sentimento de liberdade contribui para destruir o seu maior inimigo - o muro do seu medo pessoal. (...) O regime não poderá aguentar o ritmo actual da repressão e da vigilância." Há fissuras na sua própria base de apoio, a minoria alauíta.
As difíceis transições
A Tunísia e o Egipto têm sido olhados como decepção. "Os países em transição enfrentam imperativos contraditórios", escreve Marina Ottaway, do Carnegie Endowment for International Peace. "Precisam de andar depressa para eleger governos legítimos que possam fazer verdadeiras reformas, mas precisam de tempo para obter consensos sobre princípios", consolidar os partidos e fazer leis eleitorais. Entretanto, "as pessoas estão cansadas de esperar e querem ver mudanças" e dão sinais de que podem voltar às ruas.
"A lição da Tunísia e do Egipto para os países que vão entrar em transição é que é impossível - e até desaconselhável - organizar eleições em poucos meses." Mas um "processo lento" exige um plano de acção e um calendário rigorosos para que os governos não percam a legitimidade, conclui Ottaway.
As instituições exigem tempo. Se milhões de jovens árabes se emanciparam mentalmente em meses, a "Primavera" não se avalia em meses, mas em anos. Trata-se de uma insuportável eternidade para os media, disse alguém.
O principal equívoco é tomar a liberdade como uma espécie de estado natural do homem, o que conduz à ideia peregrina de que, derrubado o tirano, a democracia se derrama sobre os cidadãos. A democracia só existe sobre instituições.
É este o novo problema da Líbia, país sem Estado, sem sociedade civil, sem partidos e sindicatos. As ameaças são o vazio e o caos. Não há forças com legitimidade e capacidade para governar. Por isso a vitória sobre Khadafi foi ironicamente qualificada de "sucesso catastrófico". Recusar o caos é começar por procurar um consenso entre tribos e regiões e um tipo de poder que a generalidade dos cidadãos aceitem. Não há democracia de dominós.
Vale a pena ler!
A queda do regime de Muammar Khadafi é um acontecimento impressionante. Muitos a olham já como o detonador da segunda vaga ou de um segundo alento das revoluções árabes. É fascinante a vários títulos. Marca o fim de seis meses de guerra civil e de quatro de intervenção da NATO. Por outro lado, Khadafi não é um déspota cinzento como o tunisino Ben Ali, com quem tudo começou. O espalhafatoso coronel é uma vedeta, um clown "global", praticamente desde que conquistou o poder há 42 anos. Foi o encenador do seu próprio espectáculo. Por isso, mais impressionante é a queda.
O público maravilhou-se com o "efeito dos dominós" - Tunísia, Egipto, Líbia, Iémen, Bahrein, Síria... O temor do contágio levou alguns governantes - inclusive os sauditas, guardiões da ordem - a ensaiar reformas, umas cosméticas, outras com algum alcance, caso de Marrocos. Os últimos meses foram marcados pela derrota dos manifestantes xiitas do Bahrein, pela repressão na Síria e pela imagem de atolamento das transições nos próprios países exemplares - a Tunísia e o Egipto.
"Muita da visão convencional nas últimas semanas era a de que a Primavera Árabe se estava a transformar num Verão maçador", escreveu ontem o americano Philip Zelikow no Financial Times. "A queda do coronel Khadafi vai renovar o ímpeto." Para já na Síria. Mas provavelmente ressoará por todo o Magrebe e no Golfo Pérsico. Vários analistas árabes esperam que a máquina revolucionária reentre em funcionamento.
O teste sírio
O primeiro teste será logicamente em Damasco. O regime de Bashar al-Assad perdeu a legitimidade. Tem sido objecto de uma política de influências cruzadas entre a Turquia, o Irão e a Arábia Saudita. A capacidade de arbitragem das potências regionais está a esgotar-se. Damasco não escuta os conselhos reformistas turcos, estes são contrariados pelo Irão, que tem meios de pressão sobre Ancara, enquanto a Arábia Saudita espreita o momento de colher os frutos da sua discreta intervenção. A queda de Assad mudaria o xadrez regional. Israel assiste inquieto, já que outra peça do tabuleiro regional se começou a mover em seu desfavor - o novo Egipto. Note-se que a ameaça de outro incêndio em Gaza pode obrigar os actores a refazer todos os cálculos.
O regime sírio resiste, mas desgasta-se inexoravelmente. Explica um diplomata francês, recém-chegado de Damasco, que também a capital se começa a mover, pacientemente, da periferia para o centro. As manifestações mudam a vida das pessoas pelo simples facto de elas "poderem gritar a sua cólera quanto mais não seja por alguns minutos". "Este efémero sentimento de liberdade contribui para destruir o seu maior inimigo - o muro do seu medo pessoal. (...) O regime não poderá aguentar o ritmo actual da repressão e da vigilância." Há fissuras na sua própria base de apoio, a minoria alauíta.
As difíceis transições
A Tunísia e o Egipto têm sido olhados como decepção. "Os países em transição enfrentam imperativos contraditórios", escreve Marina Ottaway, do Carnegie Endowment for International Peace. "Precisam de andar depressa para eleger governos legítimos que possam fazer verdadeiras reformas, mas precisam de tempo para obter consensos sobre princípios", consolidar os partidos e fazer leis eleitorais. Entretanto, "as pessoas estão cansadas de esperar e querem ver mudanças" e dão sinais de que podem voltar às ruas.
"A lição da Tunísia e do Egipto para os países que vão entrar em transição é que é impossível - e até desaconselhável - organizar eleições em poucos meses." Mas um "processo lento" exige um plano de acção e um calendário rigorosos para que os governos não percam a legitimidade, conclui Ottaway.
As instituições exigem tempo. Se milhões de jovens árabes se emanciparam mentalmente em meses, a "Primavera" não se avalia em meses, mas em anos. Trata-se de uma insuportável eternidade para os media, disse alguém.
O principal equívoco é tomar a liberdade como uma espécie de estado natural do homem, o que conduz à ideia peregrina de que, derrubado o tirano, a democracia se derrama sobre os cidadãos. A democracia só existe sobre instituições.
É este o novo problema da Líbia, país sem Estado, sem sociedade civil, sem partidos e sindicatos. As ameaças são o vazio e o caos. Não há forças com legitimidade e capacidade para governar. Por isso a vitória sobre Khadafi foi ironicamente qualificada de "sucesso catastrófico". Recusar o caos é começar por procurar um consenso entre tribos e regiões e um tipo de poder que a generalidade dos cidadãos aceitem. Não há democracia de dominós.
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Jorge Almeida Fernandes,
Líbia
16 agosto, 2011
Song Without Words Op.102 no.1 in E Minor
Mais Mendelssohn, tocado por Barenboim. Mais Canções sem palavras.
Lied ohne Worte, em alemão, de um compositor que também nasceu em Hamburgo.
Lied ohne Worte, em alemão, de um compositor que também nasceu em Hamburgo.
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Palavras para quê? Mendelssohn. Barenboim
14 agosto, 2011
"Ou as coisas mudam, ou muito ainda está para vir"
A última parte de uma entrevista a dois jovens ingleses, socialmente interventivos. Muito novos mas que sabem o que dizem.
Vale a pena ler hoje no Público esta entrevista e todo o artigo sobre os motins em Inglaterra.
O que é que Cameron devia fazer?
Amena Amer: Abrir os olhos. E perceber de onde vêm estas pessoas, a discriminação que sentem na polícia e no Estado há anos e a falta de oportunidades por serem de determinada minoria. Se só tentarmos restaurar a ordem sem abordar isto, ficamos sem capacidade para prever o quão pior será da próxima vez.
Symeon Brown: Mais segurança nas ruas é importante. Mas a seguir é preciso perceber a criminalidade juvenil. É preciso falar de cidadania e de identidade e por que há algumas pessoas que se identificam com a comunidade e outras não. Há esta ideia de que estão a incendiar as sua próprias comunidades, mas será que as sentem como suas? Porque é que achamos isso, quando tivemos Thatcher a dizer que não há sociedade, apenas indivíduos e as suas família? Claramente há muito a fazer, mas não acredito que exista vontade para fazer esse debate.
Vale a pena ler hoje no Público esta entrevista e todo o artigo sobre os motins em Inglaterra.
O que é que Cameron devia fazer?
Amena Amer: Abrir os olhos. E perceber de onde vêm estas pessoas, a discriminação que sentem na polícia e no Estado há anos e a falta de oportunidades por serem de determinada minoria. Se só tentarmos restaurar a ordem sem abordar isto, ficamos sem capacidade para prever o quão pior será da próxima vez.
Symeon Brown: Mais segurança nas ruas é importante. Mas a seguir é preciso perceber a criminalidade juvenil. É preciso falar de cidadania e de identidade e por que há algumas pessoas que se identificam com a comunidade e outras não. Há esta ideia de que estão a incendiar as sua próprias comunidades, mas será que as sentem como suas? Porque é que achamos isso, quando tivemos Thatcher a dizer que não há sociedade, apenas indivíduos e as suas família? Claramente há muito a fazer, mas não acredito que exista vontade para fazer esse debate.
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Política?
10 agosto, 2011
Album Blatt Opus 117 by Felix Mendelssohn
Mais uma Canção sem palavras. Em mi menor.
Albumblatt Opus 117 by Felix Mendelssohn, performed by an amateur pianist in Kibbutz Mishmar HaEmeq, Israel, for the celebration of Mendelssohn's 200 anniversary. February 2009.
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Palavras para quê? Mendelssohn.
07 agosto, 2011
Songs Without Words Op.85 no.4 in D Major
Barenboim plays Mendelssohn
Palavras para quê?
Palavras para quê?
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03 agosto, 2011
Obrigadinho por nada
Na crónica de hoje, no Público, Rui Tavares no seu melhor!
E é que não há maneira de verem!
"Este acordo não é bom para os EUA, que arriscarão trocar uma recuperação fraquinha por um regresso à recessão, e não é bom para o resto do mundo, cada vez mais rendido à ilógica da austeridade expansionária. Quando toda a gente cortar custos para ficar mais competitivo, que vamos fazer com a competitividade ganha? Exportar para Saturno?"
E é que não há maneira de verem!
"Este acordo não é bom para os EUA, que arriscarão trocar uma recuperação fraquinha por um regresso à recessão, e não é bom para o resto do mundo, cada vez mais rendido à ilógica da austeridade expansionária. Quando toda a gente cortar custos para ficar mais competitivo, que vamos fazer com a competitividade ganha? Exportar para Saturno?"
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Rui Tavares
30 julho, 2011
Lixo espacial
Falta um aspirador para nos salvar do lixo espacial
Um muito interessante artigo, no Público online. É educativo ver como os maus princípios praticados no nosso quintal se estendem de uma forma tão grave para o quintal da toda a humanidade. E os responsáveis não têm uma solução.
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Lixo espacial
22 julho, 2011
Grãos de areia electrónicos
Hoje no Público, P2, naquele pequenino artigo relacionado com o futuro e ciências da Ana Gerschenfeld.
Muito interessante e entusiasmante, pelo menos para mim.
Muito interessante e entusiasmante, pelo menos para mim.
Fazer computadores do tamanho de um grão de areia exige circuitos electrónicos à escala molecular. Mas como ligar entre si os componentes desta futura “electrónica molecular”, controlando a qualidade e a posição das ligações? Yuji Okawa e colegas, do Instituto Nacional da Ciência dos Materiais japonês, conseguiram ultrapassar este obstáculo – que, segundo escrevem no Journal of the American Chemical Society, é “a chave da electrónica molecular”.
A nova técnica, de “soldadura química”, permite “ligar as moléculas funcionais com nanofios condutores” fabricando cadeias moleculares que vão formando ligações químicas espontâneas com os componentes do circuito em construção.
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21 julho, 2011
Gabriel Fauré
Um compositor de quem ainda não postei nenhuma peça.
Jean Hubeau - Barcarolle n°4 en la bémol majeur Opus 44
Jean Hubeau - Barcarolle n°4 en la bémol majeur Opus 44
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Fauré,
Jean Hubeau,
Piano
19 julho, 2011
Uma ponte para atravessar o Mar Vermelho
An image snapped from the Space Shuttle Endeavor shows the Sinai Peninsula (left) and the Strait of Tiran. The finger of water in the middle is the Gulf of Aqaba; the bulge in the lower right is the Red Sea. Egypt and Saudi Arabia plan to build a 32-kilometer (20-mile) bridge across the bottom of the gulf.
Aqui podem ler o artigo e ver mais umas fotografias.
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Mar Vermelho,
Spiegel International online
16 julho, 2011
"Até o Infinito e mais Além "?
Aqui, seguindo este Link vão dar a um documentário da BBC, legendado em Português, sobre a existência ou não do infinito. Matemáticos, cientistas. Muito bem realizado e problematizado. Alguns conceitos muito bem explicados. E claro, com a vantagem de parar, voltar atrás e perceber melhor.
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Filosofia,
Matemática
26 junho, 2011
Como é que se Esquece Alguém que se Ama?
Como é que se Esquece Alguém que se Ama?
Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'
Não se esquece, mas o tempo faz com que seja suportável a dor.
Esta é a minha esperança!
Já me separei e divorciei e nada é semelhante ao que sinto agora, depois do Rainer morrer.
Nunca o vou esquecer, nunca vou deixar de sentir o que sinto, mas tenho quase a certeza que o tempo me vai ajudar. O MEC tem razão.
Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'
Não se esquece, mas o tempo faz com que seja suportável a dor.
Esta é a minha esperança!
Já me separei e divorciei e nada é semelhante ao que sinto agora, depois do Rainer morrer.
Nunca o vou esquecer, nunca vou deixar de sentir o que sinto, mas tenho quase a certeza que o tempo me vai ajudar. O MEC tem razão.
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25 junho, 2011
Let Learning Happen - Sugata Mitra at European Zeitgeist 2011
Um vídeo que vale a pena ver e depois reflectir sobre. E quem sabe, discutir e procurar mais informação.
- "Grupos de crianças podem aprender, por elas, a usar um computador e a internet, independentemente de onde são e quem são;
-Grupos de crianças podem aprender todo o géneros de coisas na internet.
-Haverá alguma coisa que não consigam aprender?
- Depois de mais uma experiência a conclusão foi: Grupos de crianças podem aprender quase tudo por elas."
No fim: como podem as escolas se organizar?
Vale a pena ver, com atenção, até ao fim.
Não é, como podem julgar os mais cépticos, mais uma onda de "facilitismo" ou de "ensino pela descoberta" ou ludismo na escola.
É, a meu ver, a forma de, utilizando as ferramentas tecnológicas actuais e aproveitando a vontade de aprender e curiosidade própria das crianças, inventar uma nova escola.
Se alguém no ano de 1970 fizesse uma viagem no tempo à actualidade, diria quanto mudou o mundo.
Porque é que aprender e ensinar se deverá manter igual?
- "Grupos de crianças podem aprender, por elas, a usar um computador e a internet, independentemente de onde são e quem são;
-Grupos de crianças podem aprender todo o géneros de coisas na internet.
-Haverá alguma coisa que não consigam aprender?
- Depois de mais uma experiência a conclusão foi: Grupos de crianças podem aprender quase tudo por elas."
No fim: como podem as escolas se organizar?
Vale a pena ver, com atenção, até ao fim.
Não é, como podem julgar os mais cépticos, mais uma onda de "facilitismo" ou de "ensino pela descoberta" ou ludismo na escola.
É, a meu ver, a forma de, utilizando as ferramentas tecnológicas actuais e aproveitando a vontade de aprender e curiosidade própria das crianças, inventar uma nova escola.
Se alguém no ano de 1970 fizesse uma viagem no tempo à actualidade, diria quanto mudou o mundo.
Porque é que aprender e ensinar se deverá manter igual?
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Aprender,
Nova Pedagogia?,
Sugata Mitra
12 junho, 2011
Mozart, Sinfonia concertante Kv. 364 (2)
Mozart, Sinfonia concertante Kv. 364
2nd mov.: Andante
Rainer Küchl, violin - Heinrich Koll, viola - Wiener Philharmoniker - Zubin Mehta, conductor
Mais música de Mozart, de Hamburgo.
Na realidade, mais escolhas do Rainer!
2nd mov.: Andante
Rainer Küchl, violin - Heinrich Koll, viola - Wiener Philharmoniker - Zubin Mehta, conductor
Mais música de Mozart, de Hamburgo.
Na realidade, mais escolhas do Rainer!
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10 junho, 2011
Mozart Concerto No.27 in B flat, Largetto
Alicia de Larocha
De Hamburgo, mais música que o Rainer gostava.
De Hamburgo, mais música que o Rainer gostava.
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04 junho, 2011
Fazil Say auf dem EMPORIO
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27 maio, 2011
Schubert: "Der Wanderer", D. 493 - Bis
É uma repetição.
Trouxe a partitura de Hamburgo e claro, voltei a gostar de tocar e de ouvir.
Não é muito original, o post, mas ajuda-me a manter viva.
Trouxe a partitura de Hamburgo e claro, voltei a gostar de tocar e de ouvir.
Não é muito original, o post, mas ajuda-me a manter viva.
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22 maio, 2011
Bach's English Suite II, Prelude BWV807
Ivo Pogorelich
Bach para voltar a arrancar com o blogue.
Também era um dos compositores favoritos do Rainer.
Bach para voltar a arrancar com o blogue.
Também era um dos compositores favoritos do Rainer.
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Ivo Pogorelich
25 abril, 2011
A última ópera em Hamburgo
Devo a publicação deste post ao Rainer, que morreu hoje.
Todas, ou quase quase todas as óperas e concertos que vimos juntos, estão aqui publicadas. E estão-no porque ele gostava de ver os meus posts.
A música, de todos os estilos e épocas, ouvida ao vivo, gravada ou trocada em CDs e emails, foi um ponto muito forte da nossa relação.
Infelizmente, "La Bohème", não é uma ópera alegre, mas muito dramática e triste. Foi também das melhores que vimos, onde todas as vozes eram fora de série e tudo o resto altamente conseguido.
Aqui podem ver todo o elenco.
Todas, ou quase quase todas as óperas e concertos que vimos juntos, estão aqui publicadas. E estão-no porque ele gostava de ver os meus posts.
A música, de todos os estilos e épocas, ouvida ao vivo, gravada ou trocada em CDs e emails, foi um ponto muito forte da nossa relação.
Infelizmente, "La Bohème", não é uma ópera alegre, mas muito dramática e triste. Foi também das melhores que vimos, onde todas as vozes eram fora de série e tudo o resto altamente conseguido.
Aqui podem ver todo o elenco.
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21 abril, 2011
Hamburger Camerata " Frühlingserwachen"
Ontem, outra vez em Hamburgo, mais um concerto fantástico :
Hamburger Camerata
Elina Vähälä Violine
Ralf Gothóni Klavier und Leitung
Ralph Vaughan Williams: Fantasia on a theme by Thomas Tallis
Felix Mendelssohn Bartholdy: Konzert für Violine, Klavier und Streichorchester d-moll
Darius Milhaud: »Le Printemps« für Kammerensemble
Georges Bizet: Symphonie Nr. 1 C-Dur
Tudo peças escritas ou na juventude ou nos anos do desabrochar da composição destes quatro compositores. Ignorante como sou, só conhecia o Concerto do Mendelssohn, que foi brilhantemente tocado.
O concerto foi nessa sala da fotografia, a sala grande do Laieszhalle e ficamos quase em cima da orquestra, porque o Rainer se enganou a comprar os bilhetes. Mas a troca acabou por ser muito positiva, porque o maestro era o pianista e, além da orquestra toda, vimos bem e ouvimos os solistas.
Hamburger Camerata
Elina Vähälä Violine
Ralf Gothóni Klavier und Leitung
Ralph Vaughan Williams: Fantasia on a theme by Thomas Tallis
Felix Mendelssohn Bartholdy: Konzert für Violine, Klavier und Streichorchester d-moll
Darius Milhaud: »Le Printemps« für Kammerensemble
Georges Bizet: Symphonie Nr. 1 C-Dur
Tudo peças escritas ou na juventude ou nos anos do desabrochar da composição destes quatro compositores. Ignorante como sou, só conhecia o Concerto do Mendelssohn, que foi brilhantemente tocado.
O concerto foi nessa sala da fotografia, a sala grande do Laieszhalle e ficamos quase em cima da orquestra, porque o Rainer se enganou a comprar os bilhetes. Mas a troca acabou por ser muito positiva, porque o maestro era o pianista e, além da orquestra toda, vimos bem e ouvimos os solistas.
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18 abril, 2011
Concerto de Câmara em Hamburgo
Ensemble Acht, como diz o nome, um conjunto de oito músicos, um octeto: um clarinete, Guido Schäfer, um fagote, Christian Kunert, uma trompa, Christoph Moinian, dois violinos, Monia Rizkallah e Annette Schäfer, uma violeta, Antonia Siegers, um violoncelo, Ingo Zander e um contrabaixo, Stefan Schäfer.
Do programa, uma Serenade D-Dur KV 320 de Mozart, a abrir, depois um Oktett d-moll de um compositor de Hamburgo mas com nome francês, Ferdinand Thieriot. Depois do intervalo uma inacreditável não-música de um compositor contemporãneo, também de Hamburgo, Jobst Liebrecht e a finalizar uma música fantástica outra vez, a Suite Americana op. 98b de Antonin Dvorák, arranjada para octeto por Ulf-Guido Schäfer.
O Concerto foi aqui na casa que se vê por trás dos músicos, na fotografia.
Claro que numa sala para sessenta pessoas e estes oito músicos, a sensação bate todas as outras impressões de concertos ao vivo ou de audições de música gravada. Se se derem ao trabalho de procurar um pouco por estes músicos na internet descobrem que são todos músicos de alta craveira.
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12 abril, 2011
United Nations Environment Programme
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28 março, 2011
Água engarrafada ou d'el cano?
" Só em termos de uso de água, a quantidade gasta na fabricação das garrafas é muitas vezes maior do que a quantidade a ser engarrafada. E no que concerne à distribuição, a grande diferença entre a água engarrafada e a água da torneira provém da queima de combustíveis fósseis no seu transporte por camião, comboio ou navio, em vez de adutora. [...]
Um dos maiores problemas enfrentados pela água engarrafada é o refugo plástico. Conforme o Container Recycling Institute, cerca de 14 biliões de garrafas de água foram vendidas nos Estados Unidos em 2002, 90% das quais foram deitadas ao lixo - mesmo que a maioria tenha sido feita com plásticos PET (tereftalato de polietileno) reciclável.
Regulamentos eficazes promovendo a reciclagem de garrafas existem na Áustria, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Finlândia, Alemanha, Holanda, Noruega, Suécia, Suíça e em 11 estados dos Estados Unidos."
Paul McRaldle, The Green Guide
Se repararem nas datas do texto percebem que tem quase 10 anos. Acham que agora estamos melhor?
Deixo aqui um link para quem quer ser mais verde por uma questão de cidadania universal.
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26 março, 2011
Uma visão da actualidade
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Política?
21 março, 2011
Aniversário de Bach, Johann Sebastian
As fotografias são tiradas por mim, em Leipzig, em Agosto de 2010, em três dias inesquecíveis.
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20 março, 2011
Barenboim IV
A última parte da Sonata de Liszt. Alerto para o facto de esta sonata não ter realmente paragens entre os andamentos, o que não é usual. Se falo aqui em partes é porque o vídeo está publicado em 3 partes. Eu tenho uma gravação, em VHS, que fiz em 1986 e que julgo não está em condições de ser vista. Por isso fiquei tão contente por encontrar isto no youtube.
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14 março, 2011
Barenboin III
O segundo vídeo da Sonata de Liszt, numa gravação de 1985.
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13 março, 2011
Ameaça nuclear concentra atenções nipónicas
Durante quanto tempo mais vamos continuar a discutir os prós e os contras da energia nuclear?
Será preciso haver muitas mais tragédias naturais, como a do Japão, para nos pôr no nosso devido lugar?
Aqui , neste vídeo, é bem visível a angustia das pessoas. Na realidade não sabemos quase nada sobre a extensão nuclear desta tragédia!
Neste link deixo-vos a informação do número de instalações nucleares existentes pelo mundo fora, a quantidade de energia que produzem, o número de novas instalações em construção, em plano ou simplesmente em hipótese. É assustador!
Já agora, o que é que cada um de nós está a fazer diariamente, sistematicamente, para poupar energia?
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Aqui e agora.,
Energia Nuclear,
Futuro
12 março, 2011
Barenboim II
Primeiro vídeo, de três, de uma interpretação da Sonata de Liszt.
É a minha interpretação favorita!
É a minha interpretação favorita!
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10 março, 2011
Barenboim I
Primeiro vídeo, depois daquele CONCERTO fantástico.
Só para mostar um bocadinho.
Só para mostar um bocadinho.
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08 março, 2011
Barenboim em Hamburgo
Philharmoniker Hamburg
Daniel Barenboim Klavier
Dirigentin Simone Young
Franz Liszt: Der Tanz in der Dorfschenke / Mephisto-Walzer Nr. 1 S 514
Franz Liszt: Konzert für Klavier und Orchester Nr. 2 A-Dur S 125
Franz Liszt: Konzert für Klavier und Orchester Nr. 1 Es-Dur S 124
Franz Liszt: Mazeppa S 138
Eis um concerto que não esperava ver, nunca na minha vida.
Para além da admiração que tenho por Barenboim, como pessoa, pianista e maestro, veio tocar um dos meus compositores de eleição, Liszt. Durante todo o concerto lembrei-me de algumas pessoas que conheço e que gostariam de lá estar também. Partilhei-o com o Rainer, que é também um hamgurguês admirador de Liszt.
Apesar da crítica não ter gostado muito da interpretação da orquestra, imprimida pela maestrina Simone Young, eu gosto bastante das leituras mais femininas que ela faz das obras. E portanto, achei a orquestra muito boa, sem inconsequências musicais.
Daniel Barenboim Klavier
Dirigentin Simone Young
Franz Liszt: Der Tanz in der Dorfschenke / Mephisto-Walzer Nr. 1 S 514
Franz Liszt: Konzert für Klavier und Orchester Nr. 2 A-Dur S 125
Franz Liszt: Konzert für Klavier und Orchester Nr. 1 Es-Dur S 124
Franz Liszt: Mazeppa S 138
Eis um concerto que não esperava ver, nunca na minha vida.
Para além da admiração que tenho por Barenboim, como pessoa, pianista e maestro, veio tocar um dos meus compositores de eleição, Liszt. Durante todo o concerto lembrei-me de algumas pessoas que conheço e que gostariam de lá estar também. Partilhei-o com o Rainer, que é também um hamgurguês admirador de Liszt.
Apesar da crítica não ter gostado muito da interpretação da orquestra, imprimida pela maestrina Simone Young, eu gosto bastante das leituras mais femininas que ela faz das obras. E portanto, achei a orquestra muito boa, sem inconsequências musicais.
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Simone Young
27 fevereiro, 2011
Tudo isto tem a ver com a questão da liberdade
Tudo isto tem a ver com o que me vai no espírito. Há demasiado 'ruído' em torno do que é realmente importante. Há também muita pressão sobre todos nós.
Por isso reflectir nunca é demais. Pelo menos pensar duas vezes!
"Tudo isto tem a ver com a questão da liberdade, que é o assunto de que propriamente se ocupa a ética, […]. Liberdade é poder dizer ‘sim’ ou ‘não’; faço-o ou não o faço, digam o que disserem os meus chefes ou os demais; isto convém-me e eu quero-o, aquilo não me convém e, portanto, não o quero. Liberdade é decidir, mas também, não te esqueças, dares-te conta do que estás a dizer. Precisamente o contrário de te deixares levar, como poderás compreender. E para não te deixares levar não tens outro remédio senão tentar pensar pelo menos duas vezes no que te dispões a fazer; sim, duas vezes, sinto muito, mesmo que te doa a cabeça… Da primeira vez em que pensas no motivo da tua acção, a resposta à pergunta ‘porque faço isto?’é do tipo das que há pouco estudamos: faço-o porque mo mandam fazer, porque é costume fazê-lo, porque me apetece. Mas se pensares uma segunda vez, a coisa já muda de figura. Faço isto porque mo mandaram fazer, mas… porque obedeço eu ao que me mandam? Por medo do castigo? Por esperar uma recompensa? Não estarei então como que escravizado por quem manda em mim? Se obedeço porque aqueles que dão ordens sabem mais do que eu, não será aconselhável que procure informar-me o suficiente para decidir por mim próprio? E se me mandarem fazer coisas que não me parecem convenientes, como quando ordenaram ao comandante nazi que eliminasse os judeus do campo de concentração? Não poderá uma coisa ser ‘má’ – quer dizer, não me convir – por muito que ma mandem fazer, ou ‘boa’ e conveniente mesmo que ninguém me mande que a faça?"
Fernando Savater, in “Ética para um jovem”
Por isso reflectir nunca é demais. Pelo menos pensar duas vezes!
"Tudo isto tem a ver com a questão da liberdade, que é o assunto de que propriamente se ocupa a ética, […]. Liberdade é poder dizer ‘sim’ ou ‘não’; faço-o ou não o faço, digam o que disserem os meus chefes ou os demais; isto convém-me e eu quero-o, aquilo não me convém e, portanto, não o quero. Liberdade é decidir, mas também, não te esqueças, dares-te conta do que estás a dizer. Precisamente o contrário de te deixares levar, como poderás compreender. E para não te deixares levar não tens outro remédio senão tentar pensar pelo menos duas vezes no que te dispões a fazer; sim, duas vezes, sinto muito, mesmo que te doa a cabeça… Da primeira vez em que pensas no motivo da tua acção, a resposta à pergunta ‘porque faço isto?’é do tipo das que há pouco estudamos: faço-o porque mo mandam fazer, porque é costume fazê-lo, porque me apetece. Mas se pensares uma segunda vez, a coisa já muda de figura. Faço isto porque mo mandaram fazer, mas… porque obedeço eu ao que me mandam? Por medo do castigo? Por esperar uma recompensa? Não estarei então como que escravizado por quem manda em mim? Se obedeço porque aqueles que dão ordens sabem mais do que eu, não será aconselhável que procure informar-me o suficiente para decidir por mim próprio? E se me mandarem fazer coisas que não me parecem convenientes, como quando ordenaram ao comandante nazi que eliminasse os judeus do campo de concentração? Não poderá uma coisa ser ‘má’ – quer dizer, não me convir – por muito que ma mandem fazer, ou ‘boa’ e conveniente mesmo que ninguém me mande que a faça?"
Fernando Savater, in “Ética para um jovem”
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Ética,
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Reflectir
15 fevereiro, 2011
Evelyn Glennie - Drive TV Hamburg
Uma amiga enviou-me este vídeo.
Tem várias coisas interessantes. A primeira é a música. A segunda é ser tocada por uma percurssionista surda. A terceira, é o ponto de vista dela sobre os sons e a forma de os ouvir.
A quarta é ser um concerto e entrevista em Hamburgo, numa sala e numa cidade que eu conheço bem.
Tem várias coisas interessantes. A primeira é a música. A segunda é ser tocada por uma percurssionista surda. A terceira, é o ponto de vista dela sobre os sons e a forma de os ouvir.
A quarta é ser um concerto e entrevista em Hamburgo, numa sala e numa cidade que eu conheço bem.
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Evelyn Glennie,
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Percussão
26 janeiro, 2011
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Partituras online
24 janeiro, 2011
Klassik Philharmonie Hamburg
Um maestro, Robert Stehli, a comemorar 32 anos à frente da orquestra, a tal Klassik Philharmonie Hamburg, uma pianista muito jovem, Caterina Grewe, 20 anos.
No programa a Sinfonia nº 25, KV 183 de Mozart, a iniciar. Só depois me apercebi que a Orquestra se chamava noutros tempos Orquestra Mozart.
Depois, tocada então pela Caterina, a Rapsódia sobre um tema de Paganini, op. 43 de Rachmaninoff.
Para quem não conhece fica aqui tocada por Rubinstein
German-Japanese Pianist Caterina Grewe, born in Tokyo in April 1988, moved to Hamburg in 1991 and started to play the piano at the age of four. She studied with Ilse Laue and Gabriele Wulff at the Hamburg Conservatory. From 2004 to 2006, Caterina studied at Chetham’s School of Music with Bernard Roberts. In September 2006, she was awarded the Monica June Black Award scholarship to the Royal College of Music where she first worked with Yonty Solomon and now studies with Ian Jones and Dmitri Alexeev.
Na segunda parte, de Tchaikovsky, "Souvenir de Florence" op.70, um sexteto para orquestra de cordas.
No programa a Sinfonia nº 25, KV 183 de Mozart, a iniciar. Só depois me apercebi que a Orquestra se chamava noutros tempos Orquestra Mozart.
Depois, tocada então pela Caterina, a Rapsódia sobre um tema de Paganini, op. 43 de Rachmaninoff.
Para quem não conhece fica aqui tocada por Rubinstein
German-Japanese Pianist Caterina Grewe, born in Tokyo in April 1988, moved to Hamburg in 1991 and started to play the piano at the age of four. She studied with Ilse Laue and Gabriele Wulff at the Hamburg Conservatory. From 2004 to 2006, Caterina studied at Chetham’s School of Music with Bernard Roberts. In September 2006, she was awarded the Monica June Black Award scholarship to the Royal College of Music where she first worked with Yonty Solomon and now studies with Ian Jones and Dmitri Alexeev.
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10 janeiro, 2011
Longa vida à Wikipédia
Via Público online, um artigo muito interessante.
Quem é curioso ou precisa de saber algo sabe que tem na Wikipédia uma óptima ferramenta, desde que não perca de vista o sentido crítico e a natural falibilidade da coisa!
A mim parece-me uma pena que não haja mais pessoas a contribuir para a versão em Português. Os nossos alunos agradeceriam com certeza!
Conheço algumas pessoas que têm conhecimentos e tempo e fontes para o fazer.
Vamos a isso?
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aniversário,
Wikipédia
09 janeiro, 2011
Concerto, Solistas Internacionais
Muito atrasado, a poucas horas de ir à Casa da Música para mais um Concerto de Música Barroca, não posso deixar de fazer um post, sobre o Concerto de 27 de Dezembro, em Hamburgo, com Sol Gabetta e a Orquestra Cappella Gabetta, dirigida pelo irmão de Sol, Andrés.
Foi a segunda vez que a vi em Hamburgo, no palco da Sala Grande do Laeiszhalle. Com outra orquestra, a meu ver ainda não muito "afinada", num projecto chamado Vivaldi. Foi também a segunda vez que a ouvi tocar O Inverno, de Vivaldi. E desta peça não gosto muito no violoncelo, perde sonoridade e expressividade também.
Mas mesmo assim a sala estava cheia, apesar de a cidade estar completamente coberta de neve e de as temperaturas serem permanentemente negativas.
Foi a segunda vez que a vi em Hamburgo, no palco da Sala Grande do Laeiszhalle. Com outra orquestra, a meu ver ainda não muito "afinada", num projecto chamado Vivaldi. Foi também a segunda vez que a ouvi tocar O Inverno, de Vivaldi. E desta peça não gosto muito no violoncelo, perde sonoridade e expressividade também.
Mas mesmo assim a sala estava cheia, apesar de a cidade estar completamente coberta de neve e de as temperaturas serem permanentemente negativas.
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Laeiszhalle,
Sol Gabetta
24 dezembro, 2010
12 Dias de Natal
Desta vez uma prenda de Natal, com humor claro!
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22 dezembro, 2010
Albéniz no Natal
Talvez não seja a peça mais apropriada para o Natal, mas é o que ando a tentar tocar neste momento.
Desejo por isso um Bom Natal com Isaac Albéniz, Granada, da Suite Espanhola, tocada por Alicia de Larrocha.
Desejo por isso um Bom Natal com Isaac Albéniz, Granada, da Suite Espanhola, tocada por Alicia de Larrocha.
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05 dezembro, 2010
Black Sabbath - Changes
Só e apenas por nostalgia, provocada, via Facebook, por quem é da mesma idade do que eu.
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29 novembro, 2010
Madama Butterfly
Outra vez uma ópera em Hamburgo, outra vez Puccini. Desta vez com Hellen Kwon no papel de Madame Butterfly.
Não sei se é uma "estrela" mas é realmente uma cantora fantástica.
Muito segura, nada fora do lugar.
O cenário muito simples mas eficaz e funcional.
A orquestra como sempre de alta qualidade.
A Staatsoper Hamburg leva esta ópera à cena desde 1963.
Como não encontrei nenhum vídeo da Hellen Kwon, deixo este da minha soprano favorita.
Não sei se é uma "estrela" mas é realmente uma cantora fantástica.
Muito segura, nada fora do lugar.
O cenário muito simples mas eficaz e funcional.
A orquestra como sempre de alta qualidade.
A Staatsoper Hamburg leva esta ópera à cena desde 1963.
Como não encontrei nenhum vídeo da Hellen Kwon, deixo este da minha soprano favorita.
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20 novembro, 2010
A Flauta Mágica em Vila do Conde
Quem acha que a ópera é um espectáculo antiquado engana-se! Que o digam as pessoas que encheram o Cine-Teatro Neiva, novo Teatro Municipal de Vila do Conde, no sábado passado. Com um tempo tenebroso, de frio, vento e chuva forte o teatro encheu. Muitas crianças, que a história e a música justificam.
O programa pode ser consultado aqui onde se inclui também o argumento da ópera.
Devo dizer que foi uma agradável surpresa. Em vez de recitativos tivemos diálogos em português, bem escritos e curtos, que não quebraram o ritmo musical. Tudo cantado no original, com a legendagem ( a meu ver não tão bem conseguida, mas funcional).
De salientar os intérpretes de Tamino - João Cipriano Martins, Pamina - Carolina Raposo, Papagueno - José Corvelo e Sarastro - Nuno Dias.
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26 outubro, 2010
Variações Goldberg , outra vez
Aria and Variations 1 - 2 por Eugeni Koroliov.
É verdade, outra vez.
Andava à procura de um vídeo que só tivesse a primeira variação. De vez em quando até sonho com a partitura. Ando um pouco obcecada com o facto de não conseguir memorizar nada para tocar no piano.
Se tiverem paciência, vale a pena ver e ouvir a obra toda.
É verdade, outra vez.
Andava à procura de um vídeo que só tivesse a primeira variação. De vez em quando até sonho com a partitura. Ando um pouco obcecada com o facto de não conseguir memorizar nada para tocar no piano.
Se tiverem paciência, vale a pena ver e ouvir a obra toda.
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Variações Goldberg
25 outubro, 2010
Oberon Trio
Em dois de Outubro passado ouvi este trio de músicos - Jonathan Aner - Piano Rouven Schirmer - Cello Henja Semmler - Violin - tão novos e ao mesmo tempo tão maduros, musicalmente falando. O programa foi uma espécie de percurso cronológico desde Haydn a Schostakowitsch, passando por Schumann e Ernest Bloch.
Vale a pena visitar o site deles aqui , em inglês. Tem um pouco de música para ouvir. Não consegui encontrar nada no youtube.
Claro que foi mais um concerto em Hamburgo.
Vale a pena visitar o site deles aqui , em inglês. Tem um pouco de música para ouvir. Não consegui encontrar nada no youtube.
Claro que foi mais um concerto em Hamburgo.
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09 outubro, 2010
70 anos do Lennon
Hoje a minha mãe faz 74 anos. É portanto, da geração do John Lennon.
Não tão revolucionária, mas mesmo assim uma pessoa muito especial: como diz o meu filho uma vóvó diferente de todas as outras (que ele conhece, claro!).
Não tão revolucionária, mas mesmo assim uma pessoa muito especial: como diz o meu filho uma vóvó diferente de todas as outras (que ele conhece, claro!).
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05 outubro, 2010
A República faz hoje 100 anos
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04 setembro, 2010
Ano Schumann - Faschingsschwank aus Wien
Robert Schumann 1810-1856
Tocado por Richter deixo três vídeos com a peça completa "Faschingsschwank aus Wien" e com informações complementares, em Inglês.
Tocado por Richter deixo três vídeos com a peça completa "Faschingsschwank aus Wien" e com informações complementares, em Inglês.
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27 agosto, 2010
Mozart e Grieg em Hamburgo
Ainda no âmbito do Festival de Música Schleswig-Holstein, o pianista do vídeo, Leif Ove Andsnes e a Norwegisches Kammerorchester.
No programa :
Wolfgang Amadeus Mozart: Symphonie D-Dur K 385 »Haffner-Symphonie«
Bent Sorensen: Klavierkonzert Nr. 2 »La Mattina«
Edvard Grieg: Aus Holbergs Zeit / Suite op. 40 für Streichorchester
Wolfgang Amadeus Mozart: Konzert für Klavier und Orchester c-moll K 491
Leif Ove Andsnes Grieg Concerto part 1
Como vale a pena ver e ouvir o concerto todo, deixo os links: parte 2 parte 3
Devo dizer que a orquestra foi fantástica, tudo muito limpo e cristalino, sem vislumbre de desafinação. Na peça do Grieg tocaram todos sem partitura, dirigidos pela violinista e directora artística Isabelle van Keulen.
No programa :
Wolfgang Amadeus Mozart: Symphonie D-Dur K 385 »Haffner-Symphonie«
Bent Sorensen: Klavierkonzert Nr. 2 »La Mattina«
Edvard Grieg: Aus Holbergs Zeit / Suite op. 40 für Streichorchester
Wolfgang Amadeus Mozart: Konzert für Klavier und Orchester c-moll K 491
Leif Ove Andsnes Grieg Concerto part 1
Como vale a pena ver e ouvir o concerto todo, deixo os links: parte 2 parte 3
Devo dizer que a orquestra foi fantástica, tudo muito limpo e cristalino, sem vislumbre de desafinação. Na peça do Grieg tocaram todos sem partitura, dirigidos pela violinista e directora artística Isabelle van Keulen.
Até o Concerto "La Mattina" de Bent Sorensen - contemporãneo - teve coisas que gostei. Na minha ignorância desta área, achei-o ritmicamente interessante, gostei de ouvir a orquestra a cantar quase num murmúrio e a tocar clavas. Tinha ideias musicais bonitas e harmonias deslumbrantes, de vez em quando. Demasiado longo. Claro que daqui a cem anos não estará na memória de ninguém, mas isso é outra discussão!
O pianista tocou os dois concertos, mas tal como Mozart, dirigiu o deste último, muito bom mesmo. A ovação foi de tal forma que tivemos direito a mais Mozart, suponho eu, a um Divertimento.
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23 agosto, 2010
Leipzig, Bach, 3 Concertos em dois dias
Nesta praça, Augustus, assistimos ao terceiro Concerto: Gewandhauseorchester e Riccardo Chailly, a tocarem no palco montado em frente à Ópera. Sentados no chão, muito calor, muita gente e boa música:
Schumann, Mendelssohn, como abertura da época 2010/2011.
A fotografia foi tirada da própria Gewandhause, no dia anterior, mesmo antes de começar o outro concerto pré-época e para o qual tivemos sorte em arranjar bilhetes. Mendelssohn, Konzertouvertüre "Die Hebriden" e Schumann Concerto para Violoncelo e Orquestra tocado por Enrico Dindo, de quem nunca tinha ouvido falar sequer! Muito bom no Concerto, não tanto (em termos de interpretação) no bónus, Prelúdio da Suite nº 1 de Bach, no meu gosto pessoal. Na segunda parte, mais Schumann, Sinfonia nº 2.
No sábado, às 3 da tarde, assistimos na Igreja de S. Tomás, a outro Concerto, "Motette in der Thomaskirche - in Rahmen der Mendelsshon-Festtage 2010". Começou com Bach, Fantasia G-Dur BWV 527 em Orgão e acabou com Bach, Kyrie da Missa em si menor BWV 232. Com o organista da Igreja, Ullrich Böhme, a soprano Gesine Adler e a alto Susanne Langner, o Coro de S.Tomás Leipzig, a Gewandhauserorchester, maestro Andreas Seidel e Direcção de Georg Christoph Biller, Thomaskantor.
A sensação de estar sentada naquela igreja, completamente cheia e a ouvir Bach especialmente, é mesmo muito forte. Até o Rainer se emocionou e não é músico!
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Desafio do Chá
Mais uma forma de fazer ligações através dos blogues.
1. Referir quem ofereceu o selo:
O Blogue Bem Temperado, aqui;
2. Qual é o teu chá preferido?
Chá preto, de preferência dos Açores, Gorreana.
A verdade é que só bebo chá preto descafeínado, para não andar a subir pelas paredes...
3. Quantas colheres de açúcar costumas meter?
Depende da quantidade de chá, mas pouco doce.
4. Passar o selo a 6 pessoas:
A parte mais difícil!
Anacruses
Conversa Avinagrada
Semibreves
Postais da Alemanha
Terrear
Ideias Soltas
1. Referir quem ofereceu o selo:
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2. Qual é o teu chá preferido?
Chá preto, de preferência dos Açores, Gorreana.
A verdade é que só bebo chá preto descafeínado, para não andar a subir pelas paredes...
3. Quantas colheres de açúcar costumas meter?
Depende da quantidade de chá, mas pouco doce.
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14 agosto, 2010
English Baroque Soloist e Sir John Eliot Gardiner
Bach, Concertos Brandeburgueses, nº 4, BWV 1049, nº 6 BWV 1051, nº 2 BWV 1047 e Cantata BWV 202, foi o programa do concerto que vimos em Rendsburg , aqui perto de Hamburgo, no âmbito do Festival de Música Schleswig-Holstein .
Não é para fazer inveja a ninguém, mas o concerto é uma espécie de aperitivo, para a visita a Leipzig, na próxima semana e claro ao Bach.
Não é para fazer inveja a ninguém, mas o concerto é uma espécie de aperitivo, para a visita a Leipzig, na próxima semana e claro ao Bach.
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29 julho, 2010
Da democracia na era da globalização
Uma carta de Saramago, escrita em 2003 para o Fórum Social Mundial, que pode ser lida aqui.
Cheguei lá através de mais um desafio no blogue Conversa Avinagrada.
Cheguei lá através de mais um desafio no blogue Conversa Avinagrada.
"[...]O eleitor poderá tirar do poder um governo que não lhe agrade e pôr outro no seu lugar, mas o seu voto não teve, não tem, nem nunca terá qualquer efeito visível sobre a única e real força que governa o mundo, e portanto o seu país e a sua pessoa: refiro-me, obviamente, ao poder económico, em particular à parte dele, sempre em aumento, gerida pelas empresas multinacionais de acordo com estratégias de domínio que nada têm que ver com aquele bem comum a que, por definição, a democracia aspira.[...]
Que fazer? Da literatura à ecologia, da fuga das galáxias ao efeito de estufa, do tratamento do lixo às congestões do tráfego, tudo se discute neste nosso mundo. Mas o sistema democrático, como se de um dado definitivamente adquirido se tratasse, intocável por natureza até à consumação dos séculos, esse não se discute. Ora, se não estou em erro, se não sou incapaz de somar dois e dois, então, entre tantas outras discussões necessárias ou indispensáveis, é urgente, antes que se nos torne demasiado tarde, promover um debate mundial sobre a democracia e as causas da sua decadência, sobre a intervenção dos cidadãos na vida política e social, sobre as relações entre os Estados e o poder económico e financeiro mundial, sobre aquilo que afirma e aquilo que nega a democracia, sobre o direito à felicidade e a uma existência digna, sobre as misérias e as esperanças da humanidade, ou, falando com menos retórica, dos simples seres humanos que a compõem, um por um e todos juntos. Não há pior engano do que o daquele que a si mesmo se engana. E assim é que estamos vivendo."
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25 julho, 2010
Violência doméstica já fez 11 mortos este ano
Para não esquecer, para não passar despercebido, porque todos podemos fazer algum pequeno grande gesto que ajude alguém nessa situação. Todos sabemos que é um crime que atravessa a sociedade. Mais uma razão para estarmos todos alerta. Ainda há pessoas que não sabem que é um crime público e que podem denunciar e ajudar.
Ontem, no Público esta notícia:
Ontem, no Público esta notícia:
"A morte de uma mulher, ontem, na Marinha Grande, elevou para 11 o número de vítimas este ano em contexto de violência doméstica. A esmagadora maioria (nove) são mulheres e no historial das relações existem casos de violência continuada, ciúmes e separações. A estas mortes directas acrescem centenas de queixas de agressão registadas pelas autoridades e outros três homicídios de agressores, supostamente praticados pelos familiares das vítimas. Só ontem foram detidos três suspeitos de crimes de violência doméstica. O caso mais grave deu-se na Marinha Grande, onde um homem de 61 anos terá matado a sua ex-mulher. De acordo com o coordenador da PJ de Leiria, Carlos do Carmo, o suspeito e a vítima viviam na mesma casa e os "problemas de violência doméstica eram antigos". O homem foi ontem apresentado ao juiz de instrução criminal do Tribunal da Marinha Grande, desconhecendo-se à hora do fecho desta edição as medidas de coacção que lhe foram aplicadas.
Em Famalicão, um homem de 31 anos terá ferido "com gravidade" a esposa, no pescoço e no braço, e foi detido por "presumível tentativa de homicídio". Em Cantanhede, outro homem de 33 anos foi também detido por tentativa de homicídio da ex-mulher."
Por Cláudia Ferreira
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23 julho, 2010
Selvagem Grande A ilha das cagarras
No Público, um artigo interessante sobre o nosso país. Mostra de forma inequívoca que somos tão bons como todos os outros. O artigo está muito bem escrito.
"O que faz tanta gente nesta ilha e à sua volta? Em terra e no mar, mais de 70 cientistas inventariam a biodiversidade marinha, naquela que é a maior expedição científica às ilhas Selvagens, 163 milhas náuticas a sul da Madeira e apenas 82 a norte das Canárias. O extremo sul de Portugal é aqui. A pergunta é: porquê uma expedição às Selvagens e não a outro sítio qualquer?"
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21 julho, 2010
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19 julho, 2010
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17 julho, 2010
Cavalleria Rusticana e I Pagliacci
Estas foram as óperas que vi na Staatsoper Hamburg no fim de semana passado.
Não pertencendo ao rol das minhas preferidas têm no entanto o seu interesse e encanto.
O Intermezzo Sinfónico entre a primeira e a segunda parte da cavalaria Rusticana é lindíssimo.
Esta ária, Vesti la giubba, de I Pagliacci é a mais conhecida, aqui cantada por José Carreras:
Não pertencendo ao rol das minhas preferidas têm no entanto o seu interesse e encanto.
O Intermezzo Sinfónico entre a primeira e a segunda parte da cavalaria Rusticana é lindíssimo.
Esta ária, Vesti la giubba, de I Pagliacci é a mais conhecida, aqui cantada por José Carreras:
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14 julho, 2010
As elites, as massas, a excelência e a necessidade da democracia
Sob este título a crónica de ontem, de José Vítor Malheiros, no Público.
Muito pertinente, sem papas na língua.
"A questão da elite versus democratização é uma falsa questão que seria bom que o sistema educativo e os seus profissionais arrumassem de vez. E é uma falsa questão porque não há verdadeiras elites sem verdadeira democracia, nem verdadeira democracia sem verdadeiras elites. Sem democracia existem castas de dirigentes que concentram privilégios, mas isso não faz deles uma elite. Uma elite só o é com provas dadas.
Uma elite é o grupo dos melhores, mas, para termos a certeza de que temos os melhores, temos de poder escolher de entre todos.
[...]
Em Portugal temos as elites anémicas que temos porque a nossa democracia é tão imperfeita que ainda hesitamos se devemos dar uma educação física, uma educação musical e uma educação científica decente a todas as crianças - ou reservar isso apenas para alguns - para os mais bem-comportados ou para os que têm os pais mais bem- comportados. Há quem faça essa selecção e lhe chame "promoção da excelência". Não é. É apenas uma eternização de privilégios."
Muito pertinente, sem papas na língua.
"A questão da elite versus democratização é uma falsa questão que seria bom que o sistema educativo e os seus profissionais arrumassem de vez. E é uma falsa questão porque não há verdadeiras elites sem verdadeira democracia, nem verdadeira democracia sem verdadeiras elites. Sem democracia existem castas de dirigentes que concentram privilégios, mas isso não faz deles uma elite. Uma elite só o é com provas dadas.
Uma elite é o grupo dos melhores, mas, para termos a certeza de que temos os melhores, temos de poder escolher de entre todos.
[...]
Em Portugal temos as elites anémicas que temos porque a nossa democracia é tão imperfeita que ainda hesitamos se devemos dar uma educação física, uma educação musical e uma educação científica decente a todas as crianças - ou reservar isso apenas para alguns - para os mais bem-comportados ou para os que têm os pais mais bem- comportados. Há quem faça essa selecção e lhe chame "promoção da excelência". Não é. É apenas uma eternização de privilégios."
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Educação
13 julho, 2010
"É possível construir uma neurociência da pessoa humana"
Numa entrevista publicada hoje no Público, Jean-Pierre Changeux, especialista de neurobiologia molecular, deixa muitas questões para pensar e para agir. Aponta também para o futuro.
Muito interessante.
Da entrevista:
"Começam a existir modelos e dados sobre a internalização da cultura e a sua produção - isto é, sobre a forma como os circuitos cerebrais se modificam ao longo do desenvolvimento, da aprendizagem da oralidade e da escrita, do estabelecimento de regras de conduta moral, da criação artística."
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Jean-Pierre Changeux,
Neurociência
07 julho, 2010
Escolas Pequenas
Através do blog do Paulo Guinote cheguei a este site, http://www.smallschoolsproject.org/ que deve servir, talvez, como fonte de inspiração, quiçá de reflexão, para quem tem a responsabilidade de tomar decisões relativamente à Educação.
Pelo que já li, vale a pena gastar algum tempo a explorar. No blogue do Paulo, A Educação do meu Umbigo, há muito mais informação, absolutamente a propósito das megas-decisões mal tomadas ultimamente, no que se refere à Escola Pública Portuguesa.
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Política?
06 julho, 2010
Protesto do Conselho Geral contra a extinção do Agrupamento dos Arcos
Pode ler-se aqui o protesto, que devia, a meu ver, ser de todos os Conselhos Gerais deste país.
Mas que país é este, que tem um governo que se desdiz e contradiz em menos de um ano?
Que país é este que não valoriza a Escola, a Aprendizagem, o Conhecimento, os seus Cidadãos?
Mas que país é este, que tem um governo que se desdiz e contradiz em menos de um ano?
Que país é este que não valoriza a Escola, a Aprendizagem, o Conhecimento, os seus Cidadãos?
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Política?
04 julho, 2010
Fechar escolas!!!
Vendo este vídeo percebe-se bem porque é que medidas políticas relativas à educação têm de ser tomadas de outra forma.
Os argumentos economicistas caem pela base mediante realidades como a documentada, até porque, em vez de poupar, deita-se dinheiro à rua.
Os argumentos economicistas caem pela base mediante realidades como a documentada, até porque, em vez de poupar, deita-se dinheiro à rua.
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Política?
24 junho, 2010
32º Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim
Está aí a chegar. Os bilhetes são mesmo baratos e já estão à venda. O programa pode ser consultado e descarregado aqui.
Este ano vou ver, em 21 de Julho, na Igreja da Lapa, Les Basses Reunies, um trio de câmara a tocar Bach e no dia 25, em Rates, Bach outra vez, por Pierre Hantï - cravo - e Amandine Bayer - violino.
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19 junho, 2010
José Saramago, ontem e hoje
"Um homem deve ler de tudo, um pouco ou o que puder, não se lhe exija mais do que tanto, vista a curteza das vidas e a prolixidade do mundo. Começará por aqueles títulos que a ninguém deveriam escapar, os livros de estudo, assim vulgarmente chamados,como se todos o não fossem, e esse catálogo será variável consoante a fonte do conhecimento aonde se vai beber e a autoridade que lhe vigia o caudal, neste caso de Ricardo Reis, aluno que foi de jesuítas, podemos fazer uma ideia aproximada, mesmo sendo os nossos mestres tão diferentes, os de ontem e os de hoje. Depois virão as inclinações da mocidade, os autores de cabeceira, os apaixonamentos temporários, os Werther para o suicídio ou para fugir dele, as graves leituras da adultidade, chegando a uma certa altura da vida já todos, mais ou menos, lemos as mesmas coisas, embora o primeiro ponto de partida nunca venha a perder a sua influência, com aquela importantíssima e geral vantagem que têm os vivos, vivos por enquanto, de poderem ler o que outros, por antes de tempo mortos, não chegaram a conhecer. Para dar só um exemplo, aí temos o Alberto Caeiro, coitado, que, tendo morrido em mil novecentos e quinze, não leu o Nome de Guerra, Deus saberá a falta que lhe fez, e a Fernado Pessoa, e a Ricardo Reis, que também já não será deste mundo quando o Almada Negreiros publicar a sua história. Por um pouco veríamos aqui repetida a graciosa aventura do senhor de La Palice, o tal que um quarto de hora antes de morrer ainda estava vivo, isso diriam os humoristas expeditos, que nunca pararam um minuto para pensar na tristeza que é já não estar vivo um quarto de hora depois."
José Saramago, in "O Ano da Morte de Ricardo Reis"
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17 junho, 2010
Vivaldi - Bajazet "Sposa son disprezzata" Vivica Genaux
Mais uma peça Barroca com a respectiva partitura sincronizada. É muito mais interessante de ouvir.
Deixo também as informações que estavam no youtube:
Antonio Vivaldi
"Sposa son disprezzata"
Bajazet, RV 703
Bajazet is a pasticcio by Antonio Vivaldi. Its libretto was written by Agostino Piovene. It was premiered in Verona, during the Carnival season of 1735. This opera (catalog number RV 703) is presented in 3 acts, with a three-movement sinfonia as an introduction. The story is about the fate of Bajazet (known as Beyazid I) after being captured by Tamerlane (Tamerlano/Timur Lenk).
Vivaldi himself composed the arias for the good characters and mostly used existing arias from other composers for the villains in this opera. Some of the arias are reused from previous Vivaldi operas. This particular aria was taken from the opera "Merope" (1734) by Francesco Gasparini.
In this recording:
The only complete recording of this opera was released by Virgin Classics on May 10, 2005. Fabio Biondi conducts Europa Galante in Brussels for this recording. The singers are: * bass-baritone Ildebrando D'Arcangelo as Bajazet * countertenor David Daniels as Tamerlano * mezzo-soprano Vivica Genaux as Irene * contralto Marijana Mijanovic as Asteria * soprano Patrizia Ciofi as Idaspe * mezzo-soprano Elina Garanca as Andronico
Original text:
Sposa son disprezzata,
fida son oltraggiata,
cieli che feci mai?
E pur egl'è il mio cor,
il mio sposo, il mio amor,
la mia speranza.
L'amo ma egl'è infedel
spero ma egl'è crudel,
morir mi lascierai?
O Dio, manca il valor,
e la costanza.
Translation (Elfrieda Langemann O'Neill) :
I am wife and I am scorned,
I am faithful and I'm outraged.
Heavens, what have I done?
And yet he is my heart,
my husband, my love,
my hope.
I love him, but he is unfaithful,
I hope, but he is cruel,
will he let me die?
O God, valor is missing -
valor and constancy.
Deixo também as informações que estavam no youtube:
Antonio Vivaldi
"Sposa son disprezzata"
Bajazet, RV 703
Bajazet is a pasticcio by Antonio Vivaldi. Its libretto was written by Agostino Piovene. It was premiered in Verona, during the Carnival season of 1735. This opera (catalog number RV 703) is presented in 3 acts, with a three-movement sinfonia as an introduction. The story is about the fate of Bajazet (known as Beyazid I) after being captured by Tamerlane (Tamerlano/Timur Lenk).
Vivaldi himself composed the arias for the good characters and mostly used existing arias from other composers for the villains in this opera. Some of the arias are reused from previous Vivaldi operas. This particular aria was taken from the opera "Merope" (1734) by Francesco Gasparini.
In this recording:
The only complete recording of this opera was released by Virgin Classics on May 10, 2005. Fabio Biondi conducts Europa Galante in Brussels for this recording. The singers are: * bass-baritone Ildebrando D'Arcangelo as Bajazet * countertenor David Daniels as Tamerlano * mezzo-soprano Vivica Genaux as Irene * contralto Marijana Mijanovic as Asteria * soprano Patrizia Ciofi as Idaspe * mezzo-soprano Elina Garanca as Andronico
Original text:
Sposa son disprezzata,
fida son oltraggiata,
cieli che feci mai?
E pur egl'è il mio cor,
il mio sposo, il mio amor,
la mia speranza.
L'amo ma egl'è infedel
spero ma egl'è crudel,
morir mi lascierai?
O Dio, manca il valor,
e la costanza.
Translation (Elfrieda Langemann O'Neill) :
I am wife and I am scorned,
I am faithful and I'm outraged.
Heavens, what have I done?
And yet he is my heart,
my husband, my love,
my hope.
I love him, but he is unfaithful,
I hope, but he is cruel,
will he let me die?
O God, valor is missing -
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16 junho, 2010
Philippe Jaroussky
*This aria ( "Sposa son disprezzata") was originally written by Francesco Gasparini (1661 - 1727) for his opera "Metrope" ( premiered in Venice, 1711 at Teatro S. Cassiano) and "reused" later also by A. Vivaldi in his "Bajazet " ( Verona, in 1735) .
Philippe Jaroussky, countertenor
Ensemble Artaserse:
Alessandro Tampieri, violon 1
Raul Orellana, violon 2
Daniela Nuzzoli, Giorgia Simbula, Petr Ruzicka, violons
Emilia Gliozzi, violoncelle
Marco Massera, viola
Yoko Nakamura, clavecin
Claire Antonini, théorbe
Guillaume Arrignon, contrebasse
Nicolas Andér, basson .
Concert "Les Castrats à Versailles" , réalisé par Louise Narboni . Enregistré le 16 juin 2009 dans la Galerie des Glaces du Château de Versailles.
G. Giacomelli ( 1692- 1740), aria of Epitide " Sposa non mi conosci" from the Opera "La Merope", libretto by A. Zeno (1711) for Francesco Gasparini. *
First performed during the Carnival season 1734 in Venice, Teatro San Giovanni Grisostomo.
Fui descobrir o vídeo nesta página do Facebook.
Philippe Jaroussky, countertenor
Ensemble Artaserse:
Alessandro Tampieri, violon 1
Raul Orellana, violon 2
Daniela Nuzzoli, Giorgia Simbula, Petr Ruzicka, violons
Emilia Gliozzi, violoncelle
Marco Massera, viola
Yoko Nakamura, clavecin
Claire Antonini, théorbe
Guillaume Arrignon, contrebasse
Nicolas Andér, basson .
Concert "Les Castrats à Versailles" , réalisé par Louise Narboni . Enregistré le 16 juin 2009 dans la Galerie des Glaces du Château de Versailles.
G. Giacomelli ( 1692- 1740), aria of Epitide " Sposa non mi conosci" from the Opera "La Merope", libretto by A. Zeno (1711) for Francesco Gasparini. *
First performed during the Carnival season 1734 in Venice, Teatro San Giovanni Grisostomo.
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Philippe Jaroussky
10 junho, 2010
Daniel Cohn-Bendit about Greece's financial woes
Depois de ver e ouvir este vídeo não sei muito bem porque é que se pensa que os outros europeus são melhores do que nós! Porque é que andamos todos a espreitar o vizinho! Porque é que mesmo sabendo que a responsabilidade é de quem tem o poder - financeiro, económico e político, ainda se tenta sempre fazer de culpado o comum cidadão!
Ouçam e vejam. É apenas um exemplo!
Ouçam e vejam. É apenas um exemplo!
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06 junho, 2010
This is what music teaches you!
Nesta página deste grupo no Facebook, pode ler-se algumas das razões porque o ensino e a aprendizagem da Música são importantes. Porque nunca é demais divulgar! Deixo um pouco do que lá está:
"Did You Know?
Music study can help kids understand advanced music concepts. A grasp of proportional math and fractions is a prerequisite to math at higher levels, and children who do not master these areas cannot understand more advanced math critical to high-tech fields. Music involves ratios, fractions, proportions and thinking in space and time. Second-grade students were given four months of piano keyboard training, as well as time using newly designed math software. The group scored over 27 percent higher on proportional math and fractions tests than children who used only the math software.Source: Neurological Research March, 1999"
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04 junho, 2010
João Aguiar 1943 - 2010
Segundo o título do Público, morreu o escritor que amava a história.
Não vou tecer os comentários do costume, apenas dizer que vale a pena ler o que escreveu, sejam os romances históricos sejam os contemporãneos. Os livros da série do Bando dos Quatro também se recomendam para os mais novos.
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