05 março, 2019
Maurizio Pollini A Musical Profile
Já tinha visto este documentário uma vez, mas sem as legendas em Inglês.
Vale a pena. É muito interessante do ponto de vista musical e do piano, mas também do homem e do seu mundo.
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Susana Serrano Pahlk
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Pollini
17 fevereiro, 2019
Os outros estão a mais?
Uma crónica dominical que não se deve deixar de ler.
Há pessoas lúcidas, capazes de analisar, para nós ( comuns mortais), o mundo para além do visível.
É o caso de Frei Bento Domingues.
Para motivar para a leitura:
"Ao falar de Abel e Caim como irmãos, o conto fratricida do Génesis não perdeu actualidade. O mundo de hoje é completamente diferente daquela sociedade de pastores e agricultores, mas a tentação de julgar que este mundo não dá para todos é a mesma.[...] Existe um “pequenino” senão: as desigualdades entre países e continentes, e dentro de muitos países, acentuaram-se. Não se pensa na arte de construir pontes entre os seres humanos, mas no dinheiro que é preciso para levantar muros físicos ou simbólicos. O destino universal de todos os bens do planeta é uma afi rmação de generosidade"
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9:12:00 da manhã
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05 fevereiro, 2019
King Crimson - Larks' Tongues in Aspic
Citado da Wikipédia.
"O King Crimson é um grupo musical inglês formado pelo guitarrista Robert Fripp e pelo baterista Michael Giles em 1969. O estilo musical da banda costuma ser categorizado como rock progressivo, mas a sua sonoridade carrega vários estilos, como jazz, música erudita, new wave, heavy metal e folk."
Para mim faz parte das mais fortes memórias musicais que trago comigo.
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Susana Serrano Pahlk
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12:19:00 da tarde
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03 fevereiro, 2019
Boris Cyrulnik: A resiliência constrói-se
Neste artigo de hoje, no P2 do Público, encontram-se algumas ideias muito importantes, que contrariam o senso comum e que têm consequências gravíssimas para muitas crianças e jovens.
Por incrível que pareça, nem nas escolas nem nas decisões governamentais de protecção de crianças e jovens são tidas em conta!
Destaco algumas delas:
“A resiliência”, diz, “é uma construção constante, é um fenómeno de desenvolvimento e nós desenvolvemo-nos o tempo todo, a nível biológico, psicológico, afectivo, social.”
"Muito do processo de regeneração de um cérebro que sofreu um trauma passa pela segurança mas também pela empatia com os outros."
" O poder dos genes, ou seja, o determinismo genético, tem o seu momento alto “no encontro do espermatozóide com o óvulo”, depois disso é o meio que começa a agir sobre o jovem feto. "
“Antes dizíamos sobre estas crianças, é genético, não vale a pena preocupar-nos com elas. E não nos ocupávamos. Hoje rodeamo-las de segurança e a resiliência regressa. Em 48 horas começam a segregar hormonas de crescimento e hormonas sexuais, sejam masculinas ou femininas. Mas se não os rodearmos de segurança passam a vida toda em sofrimento.”
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31 dezembro, 2018
Ano Novo/ Arquivo/ Geringonça/ Aqui e Agora
À boa moda do Facebook, que não estimo muito, partilho aqui um post de 2012, que reencontrei ao pesquisar, no meu blogue, por Ano Novo!
Nem de propósito e a propósito, dum período quase passado daquilo que manhosamente algumas pessoas chamam de "geringonça".
O link para o post: https://sucosuquinhosucodinho.blogspot.com/2012/05/e-preciso-retirar-o-estado-da-tutela-do.html#comment-form
e um detalhe final do entrevistado nesse post:
"Como advogado, sempre fui um profissional do Direito. Tenho a minha vida estável. Os filhos formados. Gostava um dia de escrever mais e estudar mais. Colaborar para o diálogo político da esquerda, do centro-esquerda e do centro democrático. Tenho sempre muita atenção com o centro democrático porque a nossa experiência no Brasil - e a actual situação europeia também coloca isso - é que é impossível fazer um Governo de mudança sem estabelecer um contrato político com o centro democrático que tem uma grande influência nos sectores médios da sociedade, que pode ser atraído para um projecto democrata, progressista e que não seja a dogmática neoliberal. Eu ganhei a eleição na primeira volta pelo PT contra os socialistas e os comunistas e chamei os partidos de centro e de centro-esquerda para governar comigo, fiz uma coligação. Aqui em Portugal, por exemplo, estranhei que no 1.º de Maio houvesse duas manifestações, uma da CGTP outra da UGT. Sem querer dar opinião e respeitando os partidos - até já conversei com o Presidente Cavaco Silva, que respeito -, pergunto-me se não era de os partidos do centro democrático e da esquerda e o Partido Comunista fazerem um acordo de meia dúzia de pontos para tirar o país da crise e da órbita da tutela normativa do banco central alemão... Esse acordo não iria valorizar a democracia e a República em Portugal? "
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29 setembro, 2018
"Nós estamos a devastar a natureza"
Hoje, no jornal Público, uma entrevista a Will Steffen com um assunto premente, do meu ponto de vista.
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27 setembro, 2018
Música na Educação
Mais um exemplo do valor da Música na Educação!
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24 setembro, 2018
Rite of Spring Clap-along
Achei este vídeo tão bom que não resisti a trazê-lo para aqui e publicá-lo!
Vale mesmo a pena ver e ouvir com toda a atenção. A Música é mesmo uma criação espantosa da humanidade!
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28 julho, 2018
Why the Media Got It Wrong About Gaza and Palestine
Linda Sarsour Explains Why the Media Got It Wrong About Gaza and Palestine
O vídeo é dirigido aos Americanos, mas acho que todos os cidadãos do mundo se deveriam perguntar porque se mantém semelhante situação. Desde que me lembro de mim com consciência do mundo e dos outros que existe esta questão Palestiniana. Acho que tem mesmo de se resolver!
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19 julho, 2018
How exactly does binary code work?
Um vídeo giríssimo, com informação importante e espero, de alguma forma elucidativa, nos dias que correm.
Dá para ver com legendas em Português.
Retirado de TED EdLessons Worth Sharing.
Dá para ver com legendas em Português.
Retirado de TED EdLessons Worth Sharing.
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04 julho, 2018
6 Problems with our School System
Nomeados no vídeo, seis problemas de todos os Sistemas Educativos da actualidade e que o verdadeiro poder - económico e político - insiste em esconder e não quer mudar.
Penso que vale a pena continuar a pressão para mudar, a sério.
O vídeo é inglês, mas vê-se melhor com as legendas activadas, não as automáticas.
P.S. Se houver por aí uma "alma caridosa" que possa traduzir e inserir legendas em Português, dava jeito para mais pessoas poderem perceber exactamente do que se está a falar.
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20 junho, 2018
Conselho dos Direitos Humanos - EUA
Quarta-feira, 20 de Junho de 2018
BARTOON LUÍS AFONSO
E é assim que avançamos na civilização global do século XXI!
Valha-nos o sentido de humor de pessoas como o Luís Afonso.
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Trumpetadas.
18 junho, 2018
Quatro biliões de anos de evolução em seis minutos
Parece-me que todas as pessoas conseguem entender esta explicação.
Muito clara.
Four billion years of evolution in six minutes
"Did humans evolve from monkeys or from fish? In this enlightening talk, ichthyologist and TED Fellow Prosanta Chakrabarty dispels some hardwired myths about evolution, encouraging us to remember that we're a small part of a complex, four-billion-year process -- and not the end of the line."
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Prosanta Chakrabarty.,
Quem somos?,
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29 abril, 2018
Rachmaninoff - Symphony No 2 in E minor, Op 27 - Adagio
Podem ver e ouvir a Sinfonia toda, mas marquei o vídeo para iniciar no 3º andamento, no Adágio.
Ouvi-o ontem no Mezzo e o meu cérebro passou a noite a ouvi-lo enquanto dormia.
Realmente infiltra-se. Mas vale a pena ouvir a sinfonia toda.
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Susana Serrano Pahlk
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Sinfonia nº2 - Adágio
25 abril, 2018
25 de ABRIL SEMPRE
Sem nenhuma ideologia por trás do título, a não ser aquela que defende a LIBERDADE, a CIDADANIA, enfim os DIREITOS HUMANOS!
Talvez por isso se celebra A Revolução dos Cravos com as Canções de Intervenção.
Neste caso, na minha escola, com os colegas, uma canção do Zeca Afonso, "Traz Outro Amigo Também", no intervalo grande, para os colegas (poupo-vos o áudio)!


Os alunos também têm sido incluídos nesta celebração, na sala de aula, em várias disciplinas. Nos últimos dias ouve-se cantar a Grândola, vêem-se vídeos, fotografias, contam-se histórias, fazem-se retratos e muito mais.
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escola - a minha.,
José Afonso,
Liberdade
19 abril, 2018
" A educação não pode ignorar a curiosidade das crianças", diz Edgar Morin
Post repescado do VoxNostra, um blogue colectivo que está ainda online mas parado.
Continua actual, senão mais actual ainda!
RIO - O antropólogo, sociólogo e filósofo Edgar Morin fará uma das quatro conferências magnas do encontro internacional Educação 360, promovido por O GLOBO e "Extra" em parceria com Sesc e da Prefeitura do Rio, com apoio do Canal Futura. O evento acontece dias 5 e 6 de setembro, na Escola Sesc do Ensino Médio, em Jacarepaguá. Nesta entrevista, Morin critica o modelo ocidental de ensino e diz que o professor tem uma missão social, por isso, segundo ele, “é preciso educar os educadores”.
O que é a transdisciplinaridade, que defende a unidade do conhecimento?
A literatura e as artes deveriam ocupar mais espaço no currículo das escolas? Por quê?
In O Globo , entrevista por Andrea Range em 17/08/2014
Continua actual, senão mais actual ainda!
RIO - O antropólogo, sociólogo e filósofo Edgar Morin fará uma das quatro conferências magnas do encontro internacional Educação 360, promovido por O GLOBO e "Extra" em parceria com Sesc e da Prefeitura do Rio, com apoio do Canal Futura. O evento acontece dias 5 e 6 de setembro, na Escola Sesc do Ensino Médio, em Jacarepaguá. Nesta entrevista, Morin critica o modelo ocidental de ensino e diz que o professor tem uma missão social, por isso, segundo ele, “é preciso educar os educadores”.
Na sua opinião, como seria o modelo ideal de educação?
A figura do professor é determinante para a consolidação de um modelo “ideal” de educação. Através da Internet, os alunos podem ter acesso a todo o tipo de conhecimento sem a presença de um professor. Então eu pergunto, o que faz necessária a presença de um professor? Ele deve ser o regente da orquestra, observar o fluxo desses conhecimentos e elucidar as dúvidas dos alunos. Por exemplo, quando um professor passa uma lição a um aluno, que vai buscar uma resposta na Internet, ele deve posteriormente corrigir os erros cometidos, criticar o conteúdo pesquisado. É preciso desenvolver o senso crítico dos alunos. O papel do professor precisa passar por uma transformação, já que a criança não aprende apenas com os amigos, a família, a escola. Outro ponto importante: é necessário criar meios de transmissão do conhecimento a serviço da curiosidade dos alunos. O modelo de educação, sobretudo, não pode ignorar a curiosidade das crianças.
Quais são os maiores problemas do modelo de ensino atual?
O modelo de ensino que foi instituído nos países ocidentais é aquele que separa os conhecimentos artificialmente através das disciplinas. E não é o que vemos na natureza. No caso de animais e vegetais, vamos notar que todos os conhecimentos são interligados. E a escola não ensina o que é o conhecimento, ele é apenas transmitido pelos educadores, o que é um reducionismo. O conhecimento complexo evita o erro, que é cometido, por exemplo, quando um aluno escolhe mal a sua carreira. Por isso eu digo que a educação precisa fornecer subsídios ao ser humano, que precisa lutar contra o erro e a ilusão.
O senhor pode explicar melhor esse conceito de conhecimento?Vamos pensar em um conhecimento mais simples, a nossa percepção visual. Eu vejo as pessoas que estão comigo, essa visão é uma percepção da realidade, que é uma tradução de todos os estímulos que chegam à nossa retina. Por que essa visão é uma fotografia? As pessoas que estão longe, são pequenas, e vice-versa. E essa visão é reconstruída de forma a reconhecermos essa alteração da realidade, já que todas as pessoas apresentam um tamanho similar. Todo conhecimento é uma tradução, que é seguido de uma reconstrução, e ambos os processos oferecem o risco do erro. Existe um outro ponto vital que não é abordado pelo ensino: a compreensão humana. O grande problema da Humanidade é que todos nós somos idênticos e diferentes, e precisamos lidar com essas duas ideias que não são compatíveis. A crise no ensino surge por conta da ausência dessas matérias que são importantes ao viver. Ensinamos apenas o aluno a ser um indivíduo adaptado à sociedade, mas ele também precisa se adaptar aos fatos e a si mesmo.
O que é a transdisciplinaridade, que defende a unidade do conhecimento?
As disciplinas fechadas impedem a compreensão dos problemas do mundo. A transdisciplinaridade, na minha opinião, é o que possibilita, através das disciplinas, a transmissão de uma visão de mundo mais complexa. O meu livro “O homem e a morte” é tipicamente transdisciplinar, pois busco entender as diferentes reações humanas diante da morte através dos conhecimentos da pré-história, da psicologia, da religião. Eu precisei fazer uma viagem por todas as doenças sociais e humanas, e recorri aos saberes de áreas do conhecimento, como psicanálise e biologia.
Como a associação entre a razão e a afetividade pode ser aplicada no sistema educacional?
É preciso estabelecer um jogo dialético entre razão e emoção. Descobriu-se que a razão pura não existe. Um matemático precisa ter paixão pela matemática. Não podemos abandonar a razão, o sentimento deve ser submetido a um controle racional. O economista, muitas das vezes, só trabalha através do cálculo, que é um complemento cego ao sentimento humano. Ao não levar em consideração as emoções dos seres humanos, um economista opera apenas cálculos cegos. Essa postura explica em boa parte a crise econômica que a Europa está vivendo atualmente.
A literatura e as artes deveriam ocupar mais espaço no currículo das escolas? Por quê?
Para se conhecer o ser humano, é preciso estudar áreas do conhecimento como as ciências sociais, a biologia, a psicologia. Mas a literatura e as artes também são um meio de conhecimento. Os romances retratam o indivíduo na sociedade, seja por meio de Balzac ou Dostoiévski, e transmitem conhecimentos sobre sentimentos, paixões e contradições humanas. A poesia é também importante, nos ajuda a reconhecer e a viver a qualidade poética da vida. As grandes obras de arte, como a música de Beethoven, desenvolvem em nós um sentimento vital, que é a emoção estética, que nos possibilita reconhecer a beleza, a bondade e a harmonia. Literatura e artes não podem ser tratadas no currículo escolar como conhecimento secundário.
Qual a sua opinião sobre o sistema brasileiro de ensino?
O Brasil é um país extremamente aberto a minhas ideias pedagógicas. Mas a revolução do seu sistema educacional vai passar pela reforma na formação dos seus educadores. É preciso educar os educadores. Os professores precisam sair de suas disciplinas para dialogar com outros campos de conhecimento. E essa evolução ainda não aconteceu. O professor possui uma missão social, e tanto a opinião pública como o cidadão precisam ter a consciência dessa missão.
In O Globo , entrevista por Andrea Range em 17/08/2014
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07 abril, 2018
David Bueno explica cómo cambia nuestro cerebro al aprender.
Uma conversa absolutamente imperdível e altamente interessante e esclarecedora.
A Neurociência ao serviço da Educação, num discurso límpido e directo.
Se activarem as legendas em Espanhol, sem serem automáticas, percebe-se melhor.
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02 abril, 2018
Os mundos da ansiedade
Publicado ontem no Público, escrito por
JOSÉ PEDRO MONTEIRO e
MIGUEL BANDEIRA JERÓNIMO
Destaco a conclusão, mas acho que vale a pena ler tudo.
"Todos os episódios aqui elencados podem ser vistos como manifestações de problemas globais. Não se reduzem a geografias concretas. Não são propriedade de sociedades ou “culturas” específicas. São resultado de múltiplos factores históricos, muitos deles associados às múltiplas globalizações que desde há muito originaram o encontro da diferença e as ansiedades e receios deste resultantes. Nascem do estereótipo e do rumor. Decorrem de simplificações de vária ordem, da redução de problemas a explicações mono causais ou da sua claríssima manipulação interesseira. Promovem “soluções” que frequentemente ampliam o problema que declaram resolver. É obrigatório descodificar os seus usos mais grosseiros e perniciosos."
JOSÉ PEDRO MONTEIRO e
MIGUEL BANDEIRA JERÓNIMO
Destaco a conclusão, mas acho que vale a pena ler tudo.
"Todos os episódios aqui elencados podem ser vistos como manifestações de problemas globais. Não se reduzem a geografias concretas. Não são propriedade de sociedades ou “culturas” específicas. São resultado de múltiplos factores históricos, muitos deles associados às múltiplas globalizações que desde há muito originaram o encontro da diferença e as ansiedades e receios deste resultantes. Nascem do estereótipo e do rumor. Decorrem de simplificações de vária ordem, da redução de problemas a explicações mono causais ou da sua claríssima manipulação interesseira. Promovem “soluções” que frequentemente ampliam o problema que declaram resolver. É obrigatório descodificar os seus usos mais grosseiros e perniciosos."
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Série Histórias do Presente.
28 março, 2018
In High School, the Kids Are Not All Right
Publicado no site Edutopia. Um assunto pouco falado e muito calado em que a grande maioria das pessoas, professores incluídos, não tem competências para tratar. Nestes casos, usar só o conhecimento do senso-comum acaba por ser perigoso.
With social and academic pressure mounting, a teacher shares what he’s learned about tracking his students’ mental well-being.
By David Tow
March 7, 2018
I lost my first student to suicide not long ago. The student was no longer in my class at the time, nor even at the school, but I was flooded with the expected surge of feelings: overwhelming sadness, periodic despair, compulsive frame-by-frame replays of our every interaction. I felt the loss deeply. It was unspeakably tragic—for the student’s friends and family, for me, and for the world I’d hoped the student would help shape.
I was haunted, too—I still am—by the fear of a similar tragedy among my raw-nerved and anxious students. And the recent spike in teenage suicides in my area has underscored this fear sharply.
Based on my observations, the lives of the high school students I teach are hemmed in everywhere by social pressures and expectations: high-stakes testing, the looming shadow of college admissions, the fiercely competitive school system, the painful process of figuring out who you are, and the ubiquitous desire for peer acceptance. Add to this the unseen pressures—fractured or fragmented home lives, emotional or physical violence and abuse, struggles with substance use, legal problems, and the wide range of issues borne by the many immigrant communities across the country—and it makes for a period of unsustainable emotional distress. In recent weeks the constant pressure has meant dealing with student depression almost daily, and helping support those who I feel might be toeing the line of self-harm.
There are plenty of resources for dealing with student mental health issues, of course—though most of them are geared either toward college kids or, more tragically, toward elementary and middle school-aged children. The sources that do offer strategies tailored for high school students tend to be either excessively academic or so general as to be useless. Reviewing my notes from my joint credential and master’s program, I find inconsistency and a frustrating lack of clarity. The strategies include things like teaching positive management strategies and promoting emotional competency, or educating staff on mental health issues and encourage social supports.
As a practicing teacher, I don’t find that very helpful. And in my day-to-day work life, I see two common—and mostly inadequate—mental health strategies deployed to help high schoolers who look like they might be struggling: First, take some time, and second, get caught up. Even if the advice is phrased differently, it’s usually a variation on the same theme. Students are advised to take the adolescent equivalent of a personal day, and then complete their work accordingly. I’m not pointing fingers. I’ve done it myself.
In my case, frustration drove me to seek some better answers. In a series of recent conversations with the mental health professionals I trust, with colleagues who have a long history of putting students’ mental well-being first—and of course with students—I’ve assembled a list of strategies for classroom teachers to implement that might help not just treat the symptoms but also address the underlying issues.
5 STRATEGIES FOR PROMOTING HIGH SCHOOLERS’ MENTAL WELL-BEING
1. Ask “How are you doing?”—and mean it. For the past six years, I’ve stood at the door and welcomed my high school students in with a handshake and a variant of that question. If I sense any problems, I might ask “Really?” or “You sure?” I think it’s reassuring to students to know that an adult in their life cares about their well-being, and the research strongly supports that position.
Student responses, even if they don’t answer honestly, can reveal volumes about their actual mental and emotional status. In my class, as students complete the warm-up, I go to my roster and note which students seemed upset or otherwise off.
Over the course of an average month, I think it’s a good goal to seek out one substantial check-in with every student, no matter how they seem to be doing. The teacher will have made a meaningful one-on-one contact, and the student will know that the teacher has their well-being at heart. Furthermore, it’s easy and cheap in terms of time invested, but can yield important insights.
2. Set office hours. This is a policy I’ve borrowed from some of the best teachers I’ve worked with: Set formal office hours and use them to meet with students about more than just academic concerns. For example, I’ll try and meet with each of my students once per semester at some point outside of class time and use the conversation to learn more about who they are, what their academic goals are, and whatever other concerns they have. More often than not, these conversations move into more meaningful territory—most of my students just want or need someone to talk to. The primary objection is that this costs a great deal of time, and I agree. It’s time intensive, but I think it’s worth it.
3. Remember your Maslow. It seems trite to point this out, but in the midst of all the testing and the grading, we need to remind ourselves that mental health trumps academic performance every time. Students who don’t feel grounded or safe or healthy cannot do their best work. Instead of constructing a classroom environment that operates at 100 percent difficulty all the time, consider alternate models that allow students to feel supported and competent first—and then consciously and explicitly ratchet up the difficulty and complexity as appropriate. I try to practice a type of curricular minimalism: lots of guided and independent low-stakes practice, culminating in a manageable set of summative exercises.
4. Consider what matters. I have often spoken with both past and current colleagues about makeup work. Many are of the belief that if a student misses an assignment, they should be—and often must be—responsible for timely completion upon their return. Others tend to recommend a gardener’s approach, pruning the material to its most vital branch. More specifically, when a student is out, it’s important for teachers to consider what work, what skills, and what benchmarks are actually important for outcomes.
When a colleague suggested to me that not all assignments matter, and those that do matter don’t all matter the same, I balked—but there’s plenty of wisdom in the idea. When a student falls behind, consider dropping assignments or editing down the work and, most importantly, explain to the student why that exception is being made. They will appreciate the clarity and the empathy, and most respond by working with greater discipline toward more manageable outcomes in the future.
5. Use the professionals. The best attempts of teachers pale in comparison to the support, resources, and guidance of professionals. I cannot advocate enough for teachers and all school staff to get to know your on-site school psychologists or mental health counselors (if you are so lucky), or to find those very important names and numbers immediately. Every mental health professional I’ve met in education has impressed me with their sensitivity, care, and ability to identify underlying issues well beyond my knowledge, and they explain the connection between a student’s case history and my observations in a way that is both useful and crystal clear. Although teachers tend to try to be self-sufficient and eschew asking for help from those outside the classroom, we aren’t mental health professionals—and this sort of assistance is necessary.
And don’t forget to talk to someone yourself. This last strategy emphasizes self-care. I’ve seen teachers look just as punch-drunk as students, sometimes suffering from the same anxiousness and depression. It’s important that teachers make an effort to talk to someone else—especially since the old truism that each classroom is its own kingdom is generally still true. A teacher who is burdened with the trials and tribulations of their hundred-plus students—and their own struggles to boot—won’t have the headspace to be a humane, observant, and effective shepherd.
Whether it’s in small doses with a spouse or significant other, structured sessions with a therapist, or even informational conversations with colleagues, getting those feelings and thoughts out of your head will make you more capable of responding to the needs of others.
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Susana Serrano Pahlk
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26 fevereiro, 2018
Neil Young - Heart Of Gold
Só e apenas porque sim!
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